}); PORTAL ORÓS: EM UM MÊS, SINDIÔNIBUS BLOQUEOU 1.129 MIL CARTEIRAS ESTUDANTIS POR USO INDEVIDO EM FORTALEZA

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

EM UM MÊS, SINDIÔNIBUS BLOQUEOU 1.129 MIL CARTEIRAS ESTUDANTIS POR USO INDEVIDO EM FORTALEZA


Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) bloqueou 1.129 mil carteiras estudantis em agosto em Fortaleza por uso indevido. Segundo a entidade, a prática é considerada crime de falsidade ideológica e estelionato.

A estudante Bruna Nascimento conta que ficou grávida e quando já não podia passar na catraca, o marido a acompanhava e passava a carteirinha por ela. Fotos retiradas do sistema do Sindiônibus mostram o marido de Bruna passando na catraca com a carteirinha. 

De acordo com o Sindiônibus, o sistema de biometria checou o rosto de quem estava usando o documento e bloqueou. Agora, Bruna precisa voltar a usar a cartira e o documento ainda está bloqueado.

Bloqueios devidos

De acordo com o superintendente do Sindiônibus, Paulo César Vieira, o número de pessoas que tentam tirar proveito do documento é grande. Por isso, ele justifica os bloqueios.

“As carteiras estudantis passaram a ser verificadas através da biometria e diariamente nós estamos vendo inúmeros casos de pessoas que não são estudantes. E volto a dizer que o uso ilicitamente do documento do filho, sobrinho, em muitas situações a claros casos de carteirinhas que são inclusive alugadas para quem as pessoas deixem de pagar o valor da tarifa e desta forma possam ter vantagem financeira pagando a meia tarifa”.

Para desbloquear a carteirinha, o estudante precisa ir até a sede do Sindiônibus. Comprovar que é o dono da carteirinha e assinar um termo que admite o uso indevido do documento. Já sobre o caso de Bruna, o superientende diz que podem abrir uma exceção.

“Em nosso sistema temos o cadastro inclusive quando a pessoa vem pela primeira vez aqui e está hipoteticamente com três meses de gravidez nós cadastramos no sistema mais seis meses para que aquele cartão não seja novamente coibido com bloqueio em função de qualquer imagem que não seja originalmente da pessoa com gravidez”, explica Paulo César.


Por: G1 CE

Nenhum comentário:

Postar um comentário