segunda-feira, 28 de setembro de 2020

PROGRAMA HORA DA NOTÍCIA COM JOSEMBERG VIEIRA DESTA SEGUNDA-FEIRA 28/09/20

 


DESTAQUES DE HOJE:
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• VÁRZEA ALEGRE: Mercado público foi atingido por forte ventania que danificou o telhado
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• Operação Carro-Pipa no Ceará tem atendimento reduzido em 50%
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• Sem máscaras, população se aglomera em feiras livres de Fortaleza
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• Candidato a prefeito no Ceará tem carro alvejado a tiros em estrada de terra; polícia investiga suposto atentado
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• Homem é preso com cerca de dois quilos de maconha em Canoa Quebrada, no Ceará
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• Urânio no CE: projeto Santa Quitéria é retomado com US$ 400 mi de investimento e deve atender agro
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• PM acaba com festa de vaquejada que reunia aglomeração em Caucaia
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• Plantão Policial Em Toda Região
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Instagram Josemberg Vieira: https://instagram.com/josembergvieira
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Canal Josemberg Vieira: https://www.youtube.com/Josembergoros
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Canal do Portal Orós: https://www.youtube.com/…/UCiypqX4tErKL…
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Rádio Guassussê FM 104.9
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Rede de Rádio Vital Mix
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Rádio Aracati FM 102.1
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TvAracati.com.br
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Latina SAT WEB TV (FORTALEZA)
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Planalto Mix FM (BOA VIAGEM)
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Vale Mix (TEJUÇUOCA)
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Metrópole Mix (FORTALEZA)
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Vital Mix FM (MADALENA)

COVID-19: ÚLTIMOS NÚMEROS ATUALIZADOS ATÉ 28/09/2020

                            




4.060.088 PESSOAS RECUPERADAS 



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ORÓS: 

  • CASOS CONFIRMADOS: 1.175
  • Ainda em tratamento: 52 ⇧
  • EM ISOLAMENTO DOMICILIAR: 47
  • EM INTERNAÇÃO HOSPITALAR: 05
  • ÓBITOS: 35

  • CASOS SUSPEITOS:  23

  • CASOS DESCARTADOS:  2251
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  • RECUPERADOS: 1088
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CEARÁ:


  • CASOS CONFIRMADOS: 239.062

  • MORTES: 8.921
     
  • RECUPERADOS: 212.215

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BRASIL: 

  • CASOS CONFIRMADOS: 4.732.568

  • MORTES:  141.783
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#FICA_EM_CASA

Iguatu tem média inferior de um veículo para dois habitantes


 Os dados do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), do último mês de agosto, apontam que a frota de Iguatu chegou a 53.238 veículos. Com isso, o maior município da região Centro-Sul, que possui uma população estimada de 102.013 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (BGE), tem uma média de um veículo a cada 1,91 habitante.

A média de Iguatu chega a superar cidades como Fortaleza, que possui a maior frota do Estado com 1.168.546, mas uma população de 2.643.000, que dá uma média de 2,26 habitante por veículo; e Juazeiro do Norte, a segunda maior frota cearense (128.810) e população estimada de 276.264 pessoas, apresentando uma média de 2,14 habitantes/veículo.

Até 2003, a frota de veículos em Fortaleza (422.490) superava todo o interior do Estado (407.103). Hoje, a situação é bem diferente. Dos 3.368.327 veículos registrados no Ceará, 1.168.546 estão na capital (34,69%), enquanto 2.199.781 estão nos demais municípios (35,31%).


Por: Blog do Amaury Alencar

Agricultura familiar garante 70% da mesa do brasileiro, mas está longe do agro 4.0



 O agronegócio é um dos setores mais pujantes da economia brasileira. É o único, pelo lado da oferta, a crescer mesmo durante a pandemia. O país acumula superavit na balança comercial agro de mais de US$ 60 bilhões este ano, graças à produtividade crescente, impulsionada pelas aplicações tecnológicas que invadiram as grandes propriedades rurais. No entanto, a agricultura familiar, que garante 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros, continua distante do agrotech 4.0, excluída por conta da baixíssima escolaridade, da falta de conectividade e do acesso limitado ao crédito. Isso porque, apenas com investimento em conectividade e inclusão digital, o país poderia dar um salto de até R$ 78 bilhões no valor bruto da produção agrícola.

Em plena pandemia do novo coronavírus, as safras de soja, arroz e café asseguraram crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário de 0,4%, no segundo trimestre de 2020, ante os três primeiros meses do ano, e de 1,2% na comparação com igual período de 2019. De janeiro a agosto, a balança comercial brasileira do setor registrou superavit recorde de US$ 61,5 bilhões. As exportações somaram, em receita, US$ 69,6 bilhões no acumulado dos oito primeiros meses, uma alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2019, e totalizaram 152,4 milhões de toneladas em volume, aumento de 15,8%, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Enquanto isso, nas pequenas propriedades, segundo o ex-secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal Argileu Martins da Silva, mais de 2 milhões de famílias agricultoras, que representam 42% dos estabelecimentos rurais que comercializam seus produtos, têm valor de produção de até R$ 5 mil por ano, ou seja, renda de pouco mais de R$ 400 por mês. “Esse universo de produtores está na pobreza ou abaixo dessa linha”, afirma Argileu.

Os dados do Censo Agro 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também apontam baixíssima escolaridade na agricultura familiar: 21% dos produtores brasileiros não sabem ler nem escrever; 15%, nunca frequentaram a escola; e 43% têm até o ensino fundamental. Além disso, se a tecnologia é um fator preponderante para aumentar a produtividade, a conectividade e o uso de ferramentas digitais definem a inclusão ou a exclusão de produtores rurais no processo.

Contudo, diz Argileu, dos 5 milhões de estabelecimentos rurais, menos de 28% têm conexão à internet e, desses, apenas 46% têm banda larga. “O restante é internet móvel, que os produtores acessam só nos centros urbanos, portanto, sem poder usar como uma ferramenta na produção”, alerta. Segundo ele, as políticas públicas voltadas à agricultura familiar vêm perdendo força. “No universo de 5.073.324 de estabelecimentos rurais, em torno de 60% — ou pouco mais de 3 milhões — comercializam a produção. Há, pelo menos, 2 milhões que não vendem nada”, revela.

Dos 3 milhões que comercializam, para 45%, a renda em outras atividades é maior do que o rendimento da agropecuária da propriedade. “O agricultor familiar vende seu serviço em alguns dias da semana, na colheita de outros produtores, e, com isso, obtém mais recursos do que na sua produção. Isso, aliado ao grande número de estabelecimentos sem venda, mostra o potencial de crescimento da agricultura familiar”, avalia. “Quando se analisa os grandes números, 10% dos agricultores são responsáveis por mais de 80% do valor bruto da produção. Isso sugere que os demais não têm importância econômica”, ressalta Argileu.

O fato é que 70% da soja são exportados e, dos 3 milhões de estabelecimentos que comercializam a produção, somente 245 mil são produtores. “Eles são responsáveis pelo superavit na balança, mas os produtores estratégicos para o abastecimento do país, com frutas e hortaliças, estão na agricultura familiar. Porque, na commodity, a renda por hectare é pequena, e é preciso plantar grandes áreas”, explica. “Ou seja, se a produção na agricultura familiar fosse incentivada, com políticas públicas e acesso ao crédito, o país teria mais segurança alimentar”, estima.

Rochinski assinala que o próprio Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) só atinge determinado patamar da categoria. “Esse universo de 2 milhões nunca foi atingido, porque o foco das políticas é crédito rural. Mas, como dar crédito se grande parte não tem nem cadastro em banco?”


Visibilidade

Assim como o Brasil identificou invisíveis entre os trabalhadores informais, durante a pandemia, há despercebidos, também, na agricultura familiar, diz o coordenador da Contraf Brasil. “Há produtores rurais que nem sempre conseguem ser visibilizados. São os que vendem na própria comunidade, entre vizinhos, em feiras. Embora não percebidos pelo Estado, têm impacto nas condições de vida das populações locais”, ressalta. “É preciso política de fomento, com crédito não bancarizado. Se isso existisse, talvez não estivéssemos passando por essa crise de elevação dos preços dos alimentos”, cogita.

“O agricultor familiar vende seu serviço em alguns dias da semana, na colheita de outros produtores, e, com isso, obtém mais recursos do que na sua produção. Isso, aliado ao grande número de estabelecimentos sem venda, mostra o potencial de crescimento da agricultura familiar”


Produção no quintal de casa

A produtora rural Gisely Cristina Coité, 37 anos, passou a cultivar alimentos orgânicos no quintal de casa, em 2013, para consumo próprio e da filha, que era pequena. Na época, conta, a oferta de orgânicos era muito menor e ela precisava visitar vários locais até encontrar produtos de qualidade. “A gente começou a plantar no quintal da nossa casa e foi dando muito certo. Não conseguíamos (produzir) tudo porque ainda estava aprendendo, mas o que conseguíamos era bom, livre de agrotóxicos. E podíamos fornecer com segurança para a nossa filha e, também, consumir.”

Com a experiência, Gisely conta que ela e o marido sentiram vontade de continuar produzindo, com maior variedade de alimentos. Na época, a família morava na Região Administrativa do Gama. Para aumentar a produção, o casal alugou uma chácara vizinha. “Temos alface, cebolinha, mandioca, batata-doce, cenoura, mamão, banana, laranja, limão, tangerina e plantas alimentícias não convencionais, também. A gente procura produzir as hortaliças, aqui, no meio das árvores do cerrado, então, a gente faz a conservação das plantas nativas e vai plantando também”, conta. “Em paralelo, começamos a comunidade CSA da Florestta, com cinco famílias, à época, querendo financiar a produção dos seus alimentos. Foi isso que deu o fôlego financeiro para produzirmos esses orgânicos e fornecer às famílias”, diz.

O problema principal, segundo ela, foi a assistência técnica. O ramo de alimentos orgânicos era escasso em informações, comenta. “Fomos buscar estudo por conta própria, fazer cursos, e fomos testando. Hoje, já existe mais assistência técnica. Tem o Senar-DF (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Administração Regional Distrito Federal), tem cursos on-line gratuitos. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) também tem se especializado nessa ajuda e, agora, é referência para o resto do país.”

Em uma chácara própria, em Luziânia (GO), há dois anos e meio, Gisely explica que o acesso a linhas de crédito no ramo dos orgânicos é outra dificuldade. “A gente nunca conseguiu, parece que é um tabu. Infelizmente, a Emater de Luziânia nos informa que só tem financiamento para gado (leite) ou produção de soja. E a gente não tem acesso ao crédito rural. Acredito que esse seja o principal problema. Agora, mesmo, precisamos comprar um trator, e eu não tenho dinheiro”, lamenta.


Desafios

A produtora rural faz parte da coordenação do Sindicato dos Produtores Orgânicos do DF (Sindiorgânicos/OPAC-Cerrado), que auxilia os agricultores no processo de certificação da produção orgânica, de forma voluntária. Segundo ela, os problemas enfrentados pelos produtores atendidos são os mesmos que os enfrentados por ela. “Falta informação, assistência técnica de qualidade, crédito. E a gente não tem muito acesso à tecnologia, máquinas para nos auxiliar no manejo do produto orgânico, porque é tudo manual. A gente tem custo alto com mão de obra, porque precisa fazer muitos serviços manuais.”

Gisely pede uma ajuda mais incisiva aos produtores. “Hoje, o DF obriga que parte da aquisição de alimentos seja de produtores orgânicos. Nesse sentido, o governo pode nos ajudar no fornecimento de crédito focado nesse setor, por exemplo.”


Apostando no digital

A agricultura familiar é carente de políticas públicas específicas, sobretudo, no que diz respeito à inclusão digital para aproveitar os benefícios que a tecnologia garante ao setor, mas tanto o Executivo quanto o Legislativo estão cientes dessa limitação e buscam soluções. O diretor de Inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Cleber Soares, garante que a pasta está preocupada com a necessidade de transformação digital no campo. “O maior problema, para isso, está associado à ausência de conectividade. Pouco mais de 25% da área rural agrícola possuem conexão”, diz. Segundo ele, levar internet e assistência aos pequenos produtores pode elevar o valor bruto da produção em até R$ 78 bilhões.

Apesar de faltar conectividade em toda zona rural do o país, Soares afirma que um mapeamento apontou como regiões mais críticas o Norte e o Nordeste. “Temos que prover conexão utilizando telefonia móvel 2G, 3G e 4G. Para soluções rápidas, até 2G funciona”, ressalta. O diretor destaca que é necessário investimento em infraestrutura. “Para cobrir próximo de 50% do território agrícola, é necessário instalar 4,4 mil torres e antenas (equipamento das estações rádio-base). No segundo cenário, com 15,2 mil estruturas, a cobertura sobe para 89% do território agrícola.”

Soares destaca que o Ministério das Comunicações está identificando as áreas mais vulneráveis e de difícil alcance para usar o satélite geoestacionário. Em outra parceria, com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), por meio da Rede Nacional de Pesquisa, que cuida de infraestrutura de fibra ótica, o governo está mapeando até onde vai a rede, para implementar a última milha (trecho final). “E, a partir daí, irradiar para as propriedades rurais.”

O impacto de levar conectividade a 50% do território será de R$ 46 bilhões no valor bruto da produção, diz Soares. “No cenário de cobertura de quase 90%, o incremento é de R$ 78 bilhões, valores que consideram como base o Censo de 2017 e que, portanto, já são maiores”, destaca. Porém, há um outro desafio, acrescenta. “Pela baixa escolaridade, temos que promover educação digital. Para essa camada, a abordagem pedagógica precisa ser diferenciada. Com metodologias e soluções de fácil entendimento”, diz.


“Fuga da roça”

No Parlamento, a discussão passa pelo projeto de lei nº 172/2020, que dispõe sobre finalidade, destinação dos recursos, administração e objetivos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). O deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) explica que o objetivo é usar os mais de R$ 30 bilhões do fundo para levar internet ao campo. “A conectividade permite segurança no campo, geolocalização, georreferenciamento, comunicação entre vizinhos, irrigação automatizada, ajuda a vender a produção e receber orientação técnica”, elenca.

O deputado apresentou um substitutivo aos 26 projetos existentes na Câmara com medidas de apoio à agricultura familiar. Ele lembra que a declaração de aptidão ao crédito rural, hoje, é excludente e concentradora. “Enquanto o crédito do plano safra aumentou 7%, de 2005 para cá, os produtores aptos caíram de 5 milhões, naquele ano, para 2,5 milhões, no ano passado”, indica.

O deputado Vilson da Fetaemg (PSB-MG) defende uma política de preço mínimo para agricultura familiar. “(Os pequenos produtores) São responsáveis pela produção de 70% dos alimentos. São eles que colocam comida na mesa dos brasileiros, mas não têm condições de competir no mercado, que têm a figura dos grandes atravessadores. Isso fez o povo sair da roça.” (SK) 


Por: Correio Braziliense 

PMCE e Corpo de Bombeiros atuam juntos para encerrar festa com aglomeração de pessoas em Maranguape


 A Polícia Militar do Ceará (PMCE) e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) se uniram para encerrar uma festa com aglomeração de pessoas em um sítio localizado no município de Maranguape, na Área Integrada de Segurança 12 (AIS 12). Um homem de 31 anos que se apresentou como representante do responsável pelo evento foi conduzido para a Delegacia Metropolitana de Maracanaú (DMM) para prestar esclarecimentos.

Quando os profissionais da segurança pública chegaram ao local da festa, no Sítio Columinjuba, Ladeira Grande, os participantes do evento já estavam de saída e havia vários veículos estacionados no sítio. Por procedimento, as pessoas foram abordadas, mas nada de ilícito foi encontrada com elas. Inicialmente, um homem que se apresentou como representante do dono da festa teria impedido o acesso dos agentes e teria machucado o braço de um policial na tentativa de pegar sua documentação, que era verificada pelas composições.

O homem foi conduzido pelos militares para prestar esclarecimentos sobre os fatos na DMM. Após todos os envolvidos na ocorrência serem ouvidos na unidade policial, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi lavrado contra o homem por infração de determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa e por vias de fato, uma contravenção penal.

A ocorrência contou com composições do Comando Tático Motorizado (Cotam) do Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) e do Batalhão de Polícia de Meio Ambiente (BPMA), ambos da PMCE, e do Comando de Engenharia de Prevenção de Incêndio (CEPI) do Corpo de Bombeiros Militar.

O objetivo das fiscalizações é evitar o desrespeito ao isolamento social durante o período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Caso haja desobediência, a pessoa é conduzida para uma unidade da Polícia Civil e pode responder criminalmente por infringir medida sanitária preventiva prevista no artigo 268 do Código Penal, em razão dos decretos governamentais.


Denúncias

A população pode ajudar nas ações de combate ao novo coronavírus. Além de cumprir as medidas de isolamento, as pessoas podem denunciar condutas que desrespeitem os decretos governamentais. As informações podem ser repassadas ao número 190 da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops). O sigilo é garantido. 


SSPCE 

Por: Blog do Amaury Alencar

Operação Carro-Pipa no Ceará tem atendimento reduzido em 50%



 Com nova metodologia de pagamento adotado pelo MDR, pipeiros revelam desinteresse em aderir ao programa federal que fornece água a localidades do sertão cearense - Com isso, cerca de 75 mil pessoas deixaram de ser atendidas

O programa atende, por meio da distribuição de água potável, localidades castigadas por períodos de seca.

Cerca de 75 mil moradores das regiões do Sertão Central, Sertões de Canindé e dos Inhamuns, no interior cearense, estão desassistidos pela Operação Carro-Pipa, do Governo Federal. Esse número representa quase de 50% da demanda atual, que é de a 152.861 habitantes, distribuídos em 55 municípios do Estado. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Para atender à demanda atual - e crescente a partir deste mês de setembro, uma vez que as cisternas, poços e pequenos reservatórios estão secando com o distanciamento da quadra chuvosa no Ceará -, há necessidade de contratação de 780 carros-pipa. No entanto, segundo o MDR, em agosto foram contratados apenas 392.

A defasagem no número de pipeiros contratados decorre, segundo o Sindicato dos Pipeiros do Ceará (Sinpece) e as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (Comdec), da mudança de modelo aplicado para calcular os valores de pagamento pelos serviços de acordo com o volume de água transportado.


Por: Blog do Amaury Alencar 

.VÁRZEA ALEGRE : Mercado público foi atingido por forte ventania que danificou o telhado.


 É bastante comum nessa época do ano os vendavais aparecerem com maior frequência, e esses ventos muitas vezes causam alguns prejuízos dentre os prejuízos está o destelhamento de prédios e casas.

O Centro de Abastecimento Josué Alves Diniz já passou varias vezes pela força desses fenômenos naturais, e na tarde do sábado 26, mais uma vez o texto do conhecido mercado público foi atingido por um forte vento que acabou arremessando algumas telhas.

O caso chegou ao conhecimento do secretário de infraestrutura Elomarcos Cândido que já sinalizou positivo para realizar o concerto repondo as telhas que foram sacadas fora com o vento.

O equipamento público que vem lá da gestão do então prefeito da época Josué Alves Diniz, portanto com mais de cinquenta anos de edificação.

Vale lembrar que este mercado está dentro do plano de reconstrução do atual prefeito Zé Helder, este disse em entrevistas que já o licitou e que só não já o construiu pelo fato de a obra ter sido emperrada por forças políticas.

Inclusive o projeto foi retirado da pasta da secretaria das cidades gerida pelo Dep. Zezinho Albuquerque para outra pasta numa tentativa de que o processo ganhe celeridade. Enquanto isso os profissionais que dependem daquele espaço para trabalhar seguem firme nas atividades e cheios de esperanças de que em breve estejam em um espaço novo e equipado para melhor atendimento aos clientes.  


   Por: Pé no Chão informativo 

Eleições 2020: eleitor já pode consultar local de votação e situação eleitoral


 Em meio a tantas mudanças na rotina dos cearenses, afetados pelos impactos da pandemia da Covid-19, que também impactou o calendário eleitoral do Brasil, muitos tem dúvidas sobre o pleito deste ano. As Eleições municipais de 2020, com a finalidade de eleger prefeito e vereadores, está marcada para o dia 15 de novembro, e muitos eleitores não sabem onde e como consultar o número do título de eleitor e sua situação eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza no portal da instituição uma ferramenta onde os eleitores podem buscar essas informações. Na opção Título Eleitoral, consultar os dados por nome, é possível com o nome completo, data de nascimento e o nome da mãe, ter acesso sobre o número de inscrição, domicílio eleitoral, zona, seção, local e endereço.

Na mesma aba também é possível verificar se o título está ou não regularizado. A consulta pode ser realizada pelo número do título ou CPF, data de nascimento e o nome da mãe. Para mais informações o cidadão pode ligar nos números: 148, (85) 3453.3500 ou no site: www.tre.ce.jus.br.


Por: Blog do Amaury Alencar

Ex-secretário suspeito de matar pré-candidato a vereador se entrega em MG



 O ex-secretário de Obras da cidade Patrocínio (MG), Jorge Marra (PTB), suspeito de matar a tiros na última quinta-feira (24) o pré-candidato a vereador Cássio Remis (PSDB), entregou-se na tarde deste domingo (27) à Polícia Civil de Minas Gerais.

Jorge Marra, que é irmão do prefeito de Patrocínio, Deiró Marra (DEM), apresentou-se acompanhado por advogados e seria ouvido em seguida pelos delegados que comandam a investigação.

De acordo com a Polícia Civil, os advogados dele comunicaram informalmente na sexta-feira (25) que Jorge Marra iria se entregar espontaneamente após ter a prisão preventiva decretada pela polícia um dia após o crime.

O carro do suspeito e a arma possivelmente utilizados no crime foram encontrados na sexta na garagem da casa de um político em Perdizes, a 64 km de Patrocínio. O veículo passa por perícia.

Durante a tarde da última quinta (24), enquanto fazia uma live denunciando uma obra realizada pela Prefeitura de Patrocínio, Cássio Remis foi interrompido pelo então secretário de Obras, Jorge Marra, que chegou em uma caminhonete branca e tomou o celular do político.

"Tá aqui o secretário. Chegaram aqui para me agredir, entendeu? Não pega meu telefone!", falou o pré-candidato antes de ter o celular tomado. Em outro vídeo, é possível ver o secretário saindo com o veículo e Remis na frente do carro tentando impedir que o celular fosse levado. Depois disso, o pré-candidato tentou entrar na Secretaria de Obras para recuperar o aparelho, momento no qual foi baleado.

O prefeito Deiró Marra se pronunciou no dia do crime. "Nós lamentamos tudo que aconteceu, essa sequência de fatos "absolutamente, eu diria, injustificáveis" que culminaram com a morte do vereador Cássio Remis", declarou Deiró.

Em consideração à trajetória de Remis, a prefeitura decretou luto de três dias. Jorge Marra foi exonerado do cargo no dia seguinte ao crime.


Fonte: Diário do Nordeste


Polícia apreende em uma casa 120 kg de substâncias para misturar drogas em Fortaleza



 Cerca de 120 quilos de substâncias usadas para misturar drogas foram apreendidos pela Polícia Civil em uma residência no Bairro João XXIII, em Fortaleza. Na ocasião, os militares também apreenderam na casa entorpecentes e duas prensas hidráulicas. Um homem foi preso.

A ação aconteceu na última sexta-feira (25) e os detalhes sobre o caso serão divulgados em uma coletiva na manhã desta segunda-feira (28).

As investigações sobre o caso foram coordenadas pelo 16º Distrito Policial, no bairro Dias Macedo.


Por G1 CE


Sem máscaras, população se aglomera em feiras livres de Fortaleza



 A máscara de proteção facial continua item obrigatório no Ceará. No entanto, a realidade em feiras livres de Fortaleza é o desrespeito às medidas sanitárias. Durante a manhã e início da tarde do domingo (27), o G1 registrou várias pessoas sem máscara em locais da capital: Polo da Sargento Hermínio, Parangaba e Messejana.

Na feira da Sargento Hermínio, localizada no bairro Monte Castelo, idosos e crianças circulavam pelo local sem proteção. Na Parangaba, a tradicional “Feira dos Pássaros” teve grupos em família que passeavam sem qualquer cuidado. Os compradores só colocavam a máscara quando descobriam que estavam sendo filmados.

Além da ausência do álcool em gel (de uso obrigatório), o espaço exigido entre cada barraca não era respeitado. As feiras devem seguir as normas sanitárias e manter a distância mínima de 2 metros entre cada barraca.

Por volta das 13h, o comércio popular na Messejana já mostrava uma circulação de pessoas bem menor do que o da Parangaba. No entanto, o mesmo roteiro de descaso. Pessoas de diferentes faixas etárias não usavam máscara. Enquanto a equipe da reportagem esteve nas três feiras, nenhum tipo de fiscalização foi percebida.


Fiscalização

O trabalho de monitorar o cumprimento das medidas sanitárias é da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis). Em nota, a gestão aponta que realiza a distribuição de kits com máscaras de tecido e panfletos educativos, e disponibilizando álcool gel 70%.

A Agefis explicou que esteve no domingo na feira da Parangaba. Ninguém foi autuado. A agência ainda afirmou que providencia um plano de fiscalização próprio às feiras.

A ideia é reforçar, em parceria com a Secretaria Municipal da Gestão Regional (Seger), ações educativas de cumprimento das medidas sanitárias de prevenção à Covid-19.

"A Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) atua nas feiras livres da cidade rotineiramente, verificando se os feirantes presentes possuem a permissão municipal concedida pelas Secretarias Regionais e se cumprem as determinações relacionadas à ocupação do espaço público. Em todas as ações de fiscalização, os agentes da Agefis também monitoram o cumprimento das medidas sanitárias de prevenção à covid-19. Nas feiras livres, a Agefis realiza o trabalho orientativo, com distribuição de kits com máscaras de tecido e panfletos educativos, e disponibilizando álcool gel 70%".

O órgão também informou que neste domingo esteve na feira da Parangaba. "Ao longo desta semana, foram realizadas ações educativas também na rua José Avelino e entorno; Avenida Beira-Mar: calçadão, faixa de areia e feirinha; e feiras de rua da Praia do Futuro e Cidade 2000", acrescenta.

A população pode denunciar situações de descumprimento das medidas sanitárias de enfrentamento à Covid-19 por meio do telefone 190.


Por G1 CE


Escolas de vigilância, parques infantis e autódromo: veja o que muda em Fortaleza a partir de segunda (28) com novo decreto


 Mais atividades foram liberadas em Fortaleza e cidades do interior a partir desta segunda-feira (28), conforme determinou o decreto estadual nº 33.751 publicado na noite de sábado (26). Além das aulas nas escolas de vigilância, atividades em parques infantis também são autorizadas a voltar com 35% da capacidade. Os eventos automobilísticos do autódromo internacional Virgílio Távora estão liberados sem público, e a prática de atividades esportivas em quadras e ginásios cobertos poderá acontecer, desde que sem aglomerações.

Apesar de todos os municípios cearenses estarem na fase 4 do plano de retomada da economia, as regras de reabertura das atividades valem de acordo com o tempo em que as macrorregiões estão em cada etapa.

Conforme o decreto, passam a ser autorizadas somente em Fortaleza as apresentações de circo, respeitadas todas as medidas de biossegurança.

O transporte aquaviário, desde que sem serviço de bar e respeitadas também todas as medidas de biossegurança, também está liberado.

O decreto permite o desempenho de atividades em estabelecimentos que congregam a prestação de serviços voltados à formação e à proteção social de jovens e adultos nas áreas da cultura, à arte, à ciência e ao esporte, observadas as medidas sanitárias estabelecidas para cada atividade.

Seguem vedadas as aulas presenciais em universidades e nas escolas das redes de ensino público e privado do Estado, além do funcionamento de bares e clubes.


Região de Saúde Norte, do Sertão Central e do Litoral Leste/Jaguaribe

  • As aulas práticas presenciais para os concludentes do Curso de Formação Profissional para as carreiras de Oficiais Militares do Estado, a qualquer período, bem como as aulas práticas a não concludentes;
  • A execução do Curso de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, seguidas todas as medidas de segurança estabelecidas;
  • As apresentações artísticas em restaurantes e barracas de praia, desde que obedecidos os Protocolos Geral e Setoriais 6 e 19 constantes do Anexo II do Decreto, permanecendo vedadas exibições de jogos, lutas e “lives” em telões nos estabelecimentos;
  • A liberação de shows de humor em eventos, observados os Protocolos Geral e Setorial 22 constantes do Anexo II do Decreto


Região de Saúde do Cariri

  • A ampliação do horário de funcionamento dos “shoppings centers” de 20h para as 22h;
  • A operação dos ônibus/veículos de fretamento e turismos com a capacidade total, observados os protocolos gerais e setoriais de medidas sanitárias previstas para a atividade;
  • A realização de jogos dos clubes cearenses nos Campeonatos Brasileiros Série A, C e D e Copa do Brasil, respeitados todas as medidas de prevenção constantes do Protocolo Setorial 16, do Decreto;
  • A ampliação do horário de encerramento dos salões de beleza de 16h para 20h;
  • O funcionamento de parques temáticos, desde que observado o limite de 30% da capacidade de atendimento, bem como atendidas as medidas de segurança previstas no Protocolos Geral e Setorial constantes do Decreto.


Cenário da Covid-19 no Ceará

O Ceará chegou, na tarde deste sábado (26), a 8.918 mortes por Covid-19, cerca de seis meses após a confirmação do primeiro óbito pela doença, que ocorreu em 26 de março. O número de casos confirmados é de 238.582. Os dados foram extraídos da plataforma IntegraSUS, da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), atualizada às 17h21.

O número de pessoas recuperadas da infecção é de 211.686. Desde o início da pandemia, foram notificados 740.062 casos da Covid-19. O Estado aplicou 742.988 testes para identificar o novo coronavírus. Existem ainda 90.209 casos suspeitos e 597 mortes em investigação.

As maiores incidências de casos confirmados por 100 mil habitantes são registradas nos municípios de Acarape (11.460,9), Frecheirinha (10.574,2), Groaíras (6.541,4), Quixelô (6.317,2) e Chaval (6.121,4).

Fortaleza concentra os maiores índices: 3.846 mortes pela Covid-19 e 48.855 casos confirmados. A capital registra incidência de 1.830,2 casos a cada 100 mil habitantes.

A segunda cidade em mortes pelo novo coronavírus é Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, com 344 óbitos confirmados. A cidade contabiliza 5.748 casos diagnósticos positivos e tem incidência de 1.590,5.

Também na RMF, Maracanaú já confirmou 6.693 casos da infecção, 245 óbitos e tem incidência de 2.937. Em Maranguape, com 3.705,3 de incidência, 4.779 pessoas foram infectadas e 115 não resistiram à enfermidade.

A segunda cidade no ranking de casos confirmados é Juazeiro do Norte, no Cariri, com 15.086 registros, 280 falecimentos e incidência de 5.501,7. Sobral, na Região Norte, tem 11.672 casos positivos, 310 óbitos e incidência de 5.586,4.

Também no Cariri, a cidade de Crato acumula 6.284 casos de Covid-19, 87 mortes pela doença e incidência de 4.756,2.


Veja outras informações da plataforma:

  • A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 56,3%;
  • A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 29,68%;
  • A letalidade da doença no Estado é de 3,7%;
  • Houve uma morte por Covid-19 nas últimas 24h.

Os números apresentados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.


4ª fase do plano de retomada

Todas as regiões do Ceará estão na 4ª e última fase do plano de retomada da economia desde segunda-feira (14). Isso porque a macrorregião do Cariri, única que estava na fase 3, avançou para a última etapa.

Na quarta fase de reabertura econômica, a maior parte das atividades são permitidas, mas com restrição de horários e com medidas de segurança sanitária, como uso de máscara e disponibilidade de álcool em gel.


Por G1 CE


Candidato a prefeito no Ceará tem carro alvejado a tiros em estrada de terra; polícia investiga suposto atentado


 O carro do candidato à Prefeitura de Amontada, Paulo César dos Santos (PT), foi alvejado a tiros na noite deste sábado (26). A cidade fica no Litoral Oeste do Ceará, a cerca de 200 km de Fortaleza. O ataque aconteceu quando Paulo César e a mulher voltavam da casa de familiares à fazenda do casal, no distrito de Aracatiara.

O caso está em investigação e ainda não é possível dizer que se trata de um atentado por razões políticas. O casal não foi atingido pelos tiros.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Ceará, as primeiras informações levantadas pela polícia são de que o veículo do casal foi abordado por um grupo armado, que efetuou tiros contra o carro. A Delegacia Municipal de Amontada está à frente das investigações.

O crime foi em uma estrada de terra, por volta de 21h30 do sábado. O candidato e a mulher estavam sozinhos no veículo e não foram atingidos pelos tiros.

A mulher de Paulo César, que preferiu não ter o nome divulgado, conta que os criminosos estavam em uma motocicleta quando abordaram o carro. Segundo ela, os suspeitos a mandaram descer do veículo e correr. Logo depois, ela ouviu cerca de seis disparos.

Os tiros foram direcionados ao para-brisa do carro. O candidato dirigia o veículo, mas não foi atingido, tendo apenas escoriações devido aos estilhaços de vidro.

"Foi muito rápido. Depois que eles fizeram os disparos, como a fazenda é próximo de lá eu corri e pedi ajuda. O pessoal veio, e graças a Deus não atingiu ele", relatou a mulher.


Investigação

A polícia da Delegacia de Itapipoca, que atende a região, foi ao local, colheu as primeiras informações e manteve contato com as vítimas, afirmou a Secretaria da Segurança.

O casal não conseguiu identificar os suspeitos, que usavam capacetes. A polícia afirmou ter feito buscas na região, mas ninguém foi preso até a publicação desta matéria.

Ainda segundo a mulher, Paulo César não chegou a revelar qualquer tipo de ameaça que tenha recebido antes do suposto atentado. O G1 tentou conversar com o candidato, mas a mulher informou que ele estava "abalado" e "não tinha condições" de falar.

De acordo com a Secretaria da Segurança, as vítimas ainda não registraram boletim de ocorrência sobre o caso, e o carro não foi levado à unidade para passar por perícia.


Por Cinthia Freitas, G1 CE


Homem é preso com cerca de dois quilos de maconha em Canoa Quebrada, no Ceará


 Um homem foi preso neste domingo (27) na praia de Canoa Quebrada, localizada no município de Aracati, na região Jaguaribana do Ceará. Nilson Rodrigues Barbosa, de 19 anos, foi preso após ser flagrado com quase dois quilos de maconha, de acordo com a Polícia Militar do Ceará (PMCE).

A prisão aconteceu por volta das 10h30min quando os policiais foram informados que um indivíduo, conhecido como “Nilson”, estaria traficando drogas na Travessa Vila do Estevão, em Canoa Quebrada. Após o recebimento das denúncias, a PMCE fez a verificação no local.

A polícia revelou que ao perceber a aproximação dos agentes, Nilson tentou fugir pelo quintal de uma casa, mas foi visualizado e capturado pelos policiais. Ao ser revistado, os agentes encontraram com o suspeito uma pequena quantidade de maconha.

Porém, após a vistoria na casa do suspeito, eles acharam a outra parte dos entorpecentes, escondida dentro de um fogão e em um balcão, totalizando 1,892 kg do material ilícito.

Nilson Rodrigues recebeu voz de prisão e foi conduzido preso à Delegacia Regional de Aracati, onde foi autuado com base no artigo 33 da Lei de Drogas. A prisão foi realizada por meio do Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio) e Força Tática da 1ª Companhia Independente de Polícia Militar do 4º Comando Regional de Polícia Militar (1ªCIPM/4°CRPM).


Por G1 CE


Homem é morto a tiros enquanto trafegava em motocicleta em Fortaleza


 Um homem que trafegava em uma motocicleta foi abordado e morto a tiros, na noite deste sábado (26), no Bairro Edson Queiroz, em Fortaleza. Segundo moradores, ele era evangélico e trabalhava como motorista de aplicativo.

De acordo com testemunhas, a vítima tinha acabado de sair de uma loja, quando foi surpreendida por homens armados que efetuaram vários disparos de arma de fogo. A Polícia Militar foi acionada e ao chegar na Rua Roberto Silva, encontrou o homem já sem vida junto à motocicleta. A motivação do crime é desconhecida.

Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizaram os primeiros levantamentos acerca do crime. Militares realizam buscas na região para tentar capturar os autores do homicídio.


Por G1 CE


PM acaba com festa de vaquejada que reunia aglomeração em Caucaia



 A Polícia Militar do Ceará encerrou, na noite do último sábado (26), um evento privado de grande proporção e aglomeração, num haras na localidade de Cauípe, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF),  onde ocorria uma festa denominada “Vaquejada Bolão dos Amigos”.

 Policiais Militares, comandados pelo subcomandante geral da PMCE, Coronel Clauber Wagner De Paula, acompanhado do Comandante do 12º Batalhão Policial Militar (12º BPM), Tenente-Coronel Silveira, com trabalho em parceria de guardas municipais e agentes do Instituto do Meio Ambiente de Caucaia, realizaram a operação de fiscalização no local do evento.

Os agentes constataram violações às regras de distanciamento social impostas pelo atual decreto estadual de número 33.742 de 20 de setembro de 2020. Um número muito excedente a 100 pessoas, onde muitas destas estavam sem o uso da máscara, bem como, não havia alvará de funcionamento.

O evento foi encerrado, dispersando as pessoas e o Instituto de Meio Ambiente de Caucaia (IMAC),  realizou a notificação ao organizador do evento, baseado no art. 60 da Lei 9.605/98 dos crimes ambientais e artigo 66 do decreto 6514/08 de Caucaia, devendo o mesmo comparecer no prazo de cinco dias ao IMAC.

Segundo o subcomandante da Polícia Militar do Ceará, a corporação continuará com ações e operações que impeçam e combatam  eventos que estejam irregulares, sobretudo que promovam aglomerações de pessoas.  Denúncias podem ser feitas através do número 190 e o sigilo será garantido.


Por: CN7

Urânio no CE: projeto Santa Quitéria é retomado com US$ 400 mi de investimento e deve atender agro


 O projeto de exploração de urânio no Ceará deve ganhar um novo impulso nos próximos meses, quando o consórcio Santa Quitéria, formado pelo Instituto Nuclear Brasileiro (INB) e a indústria de fertilizantes Galvani, deve enviar o primeiro grupo de biólogos e zootecnistas para iniciar novos estudos na mina de Itataia.

O projeto foi remodelado e visa explorar a maior reserva de urânio associado ao fosfato do planeta, com previsão de investimentos de US$ 400 milhões, tornando o Brasil autossuficiente no concentrado de urânio (ou yellow cake) – insumo base para geração de energia nuclear – e elevando o País à categoria de exportador do produto.

Na fase de estudos ambientais, o projeto promete ser mais “amigável” e prevê operação plena dentro de seis anos. Com o início dos estudos ambientais no último trimestre de 2020, o próximo ano tem como meta a conclusão de todo o projeto base e a estrutura financeira e societária, na qual a Galvani pretende captar stakeholders – mas mantendo o controle societário do consórcio. 

Entre 2022 e 2023, a previsão é de que as duas plantas de operação estejam em construção, quando atingir o pico de 1,5 mil operários no canteiro. Se não houver atrasos, em 2024, a exploração deverá ser iniciada. Atingindo a plenitude dois anos depois. Ao todo, a perspectiva é de 2,5 mil empregos gerados na fase de operação, dos quais 500 serão diretos.

“Santa Quitéria mais Catité (mina da Bahia já em operação) insere o Brasil entre os grande produtores mundiais. E a meta é de ser exportador com urânio enriquecido”, projeta o presidente do Instituto Nuclear Brasileiro (INB), o cearense Carlos Freire Moreira. 

No entanto, o caminho até lá ainda é longo e começa pelo reinício do projeto Santa Quitéria, cujo potencial somado à mina de Catité deve atender a demanda das usinas de Angra 1, 2 e 3, e mais um complexo dessa mesma amplitude, segundo ele. 

Ciente deste potencial, o governo cearense deve assinar um acordo de apoio com a Galvani e o INB ainda nesta segunda-feira (28). Os termos, segundo a assessoria de imprensa da empresa, devem ser anunciados pelo próprio governador Camilo Santana. A expectativa é de que o Estado apoie o projeto, considerado um dos mais robustos planejados para o Ceará desde a instalação da Companhia Siderúrgica do Pecém. 


Cadeia produtiva

A exploração do urânio e fosfato em Itataia demanda duas plantas industriais, segundo explica o presidente da Galvani, Ricardo Neves de Oliveira. A primeira para dissociação dos minerais e preparação do fosfato, e a segunda para a produção de yellow cake, ambas construídas nos arredores da mina, em território cearense.

Os processos resultarão em cerca de 50 mil carretas saindo e entrando de Santa Quitéria na operação, que devem aquecer a região de diversas maneiras e, sobretudo, fortalecer modais importantes do Estado. Além das rodovias, os portos do Pecém e do Mucuripe devem ser utilizados.

No Pecém, a meta do INB é que o concentrado de urânio embarque em contêineres e navios específicos para o exterior, onde será enriquecido, e volta direto para o Rio de Janeiro, onde é usado como combustível nas usinas nucleares.

“O Pecém já dispõe de uma área que se adequa perfeitamente para esses contêineres especiais. O embarque desse material é feito de forma expressa, direto da carreta para os navios. Isso acontece no Rio de Janeiro, em Salvador e já existe um protocolo bem definido em relação a isso”, destaca o presidente do INB, acrescentando que o porto cearense ainda é mais adequado ao envio para o exterior.

Já o Mucuripe será porta de entrada de insumos e de saída dos derivados do fosfato. O mineral tem tanta importância quanto o urânio no Projeto Santa Quitéria e é o foco dos trabalhos da Galvani, que mira um setor em plena expansão no Brasil: o agronegócio.


Agro beneficiado

Líder no mercado de fertilizante fosfatado na região do Matopiba (área de cultivo de grãos formada pelas divisas entre Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), a Galvani concentra os interesses dela em Santa Quitéria neste setor. “Nós vamos produzir da ordem de 500 mil toneladas – 50% do fosfatado de toda a região Nordeste – e vamos ser um player bastante forte”, ressalta o presidente da empresa.

A meta é atender os mercados do Nordeste e do Norte, além de atender outra demanda do agro: a produção de rações animais a base de fosfatado bicálcico. Neste segmento, a expectativa é de 250 mil toneladas. “E quando estivermos entre 2024 e 2025, vamos ser 25% do mercado brasileiro em relação à ração animal”, destaca Oliveira.

A proximidade com as salinas do Rio Grande do Norte também é mencionada pelo executivo como vantagem para que o Ceará se torne um centro de produção de ração animal no Nordeste, vide que o sal é o outro principal componente dos produtos.

“A região Norte vai ser bastante beneficiada, com nossa entrada pelo Matopiba, e calha norte. E ainda vamos trabalhar forte com Pará e região leste de Mato Grosso”, acrescenta sobre os planos para a produção de ração animal e fertilizantes à base de fosfato que o Ceará deve oferecer com o projeto Santa Quitéria.


Inclusão no PPI 

Nesta retomada do Consórcio Santa Quitéria, uma nova vantagem: a inclusão do projeto no Programa de Parceria de Investimento (PPI) do Governo Federal. Ao entrar para o Pró-Brasil, Itataia ganha status de “projeto de Estado em termos de relevância, importância e prioridade”, segundo o presidente do INB. 

A ascensão aconteceu após reuniões com ministros. Primeiro com Bento Albuquerque (Minas e Energia), em maio no Rio de Janeiro. Em seguida, em julho, ele levou os estudos de impacto econômico à Brasília para outros ministérios. O investimento previsto, as projeções para o agronegócio e geração de energia e a parceria já fechada com um agente privado fizeram o Governo Federal, segundo diz o presidente do INB, destacar o projeto de Itataia como um dos que devem colaborar no processo de retomada econômica do Brasil no pós-pandemia. 

Moreira explica ainda que a inclusão na carteira do PPI deve agilizar processos dentro do próprio Governo Federal, dando mais celeridade ao andamento do projeto, uma vez que a captação de parceiro privado já foi feita. 


Licenciamento 

A Galvani, inclusive, demonstra mais interesse em Santa Quitéria após a retomada do controle da companhia no Nordeste pelos proprietários no fim do ano passado, quando a joint venture com a norueguesa Yara teve fim. Com isso, o projeto de Itataia voltou para a prancheta. Segundo revela o presidente da empresa brasileira, as mudanças no modelo que vinha sendo pensado para o Ceará envolvem menos água e a exclusão da barragem de rejeitos.

“Temos algumas características que o distingue em nível global. O processo de calcinação, onde se separa o fosfato de outros minerais é de grande porte e sem barragens de rejeitos. Todo o material separado vai ser empilhado”, adianta Oliveira, que classifica o projeto como “bastante amigável” e “competitivo”. 

A próxima etapa do planejamento é o licenciamento ambiental. Por isso, biólogos devem chegar ao Ceará no último trimestre do ano para conferir as características da área local e prever o impacto sobre os animais e as plantas da região ao longo dos períodos de seca e chuvosos. Eles vão preparar o Estudo de Impacto Ambiental/Relatório e Impacto Ambiental (EIA-Rima), que deve ser submetido ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). 

“Vamos também começar a fazer contatos com pessoal de universidades para mostrar o lado positivo do projeto, mostrar a nova linha – que é tecnologia bastante única de separação de fosfato por calcinação. Só existe um no mundo e nós vamos ser o segundo”, destaca o presidente da Galvani. 

Indagado se o tráfego de cargas de yellow cake pela região necessitaria de mais licenças pelos órgãos de meio ambiente, o presidente do INB afirma que não, lembrando que o mesmo trabalho já é feito na mina de Catité, na Bahia, onde o pó extraído é levado por carretas até o terminal portuário de Salvador. 

“Nossa postura é procurar atender de forma expressa todas as demandas que são aportadas pelo Ibama e vem funcionando”, assegurou. 


Por: Diário do Nordeste