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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Brasil enfrenta a Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo



Chegou o momento de o Brasil de Neymar e Coutinho colocar um ponto final em mais uma “ótima geração belga” para manter vivo o sonho do hexa. Hoje, às 15 horas, na Arena Kazan, o duelo coloca frente a frente o melhor ataque da Copa do Mundo com 12 gols — comandado por Lukaku e Hazard —, e a defesa menos vazada do torneio, com um tento sofrido — liderada por Thiago Silva e Miranda.

A seleção brasileira tem o elenco mais equilibrado deste Mundial. É forte defendendo e atacando. Se atrás a Canarinho está segura, na frente, a bola é tratada com objetividade em busca de gols pelo quarteto ofensivo Neymar, Coutinho, Jesus e William.

Com apenas um gol sofrido, na estreia contra a Suíça, o Brasil venceu três adversários na sequência pelo mesmo placar: 2 a 0. Passou por Costa Rica e Sérvia, garantindo a liderança na fase de grupos, e bateu o México com propriedade nas oitavas.

Para avançar em mais um mata-mata, Tite deve explorar a lentidão da defesa adversária.

Para além das qualidades técnicas, o Brasil conta com um aspecto para animar os supersticiosos de plantão: no último título mundial, em 2002, passou pelos belgas no mata-mata.

A Bélgica atual, treinada pelo espanhol Roberto Martínez, se mostrou uma máquina para fazer gols. Com média de três tentos por partida, os belgas têm no quarteto Lukaku, Hazard, Mertens e De Bruyne a maior esperança para conquistar pela primeira vez a competição e afastar o estigma de “ótima geração” que sempre fica pelo caminho.

Os Diabos Vermelhos têm ainda um trunfo no banco que conhece bem a Canarinho. O ex-atacante francês Thierry Henry — carrasco da seleção em 2006 e presente na conquista mundial de 1998 — é auxiliar técnico da Bélgica e ajudou Martínez a construir o forte ataque dos europeus. Para não ficar pelo caminho, o Brasil precisa ficar atento à bola aérea belga.

Para chegar às quartas, os Diabos Vermelhos venceram as três partidas da fase de grupo com certa facilidade, contra Tunísia, Panamá e Inglaterra. Nas oitavas, passaram sufoco diante do Japão, mas emplacaram a maior virada deste Mundial — saíram perdendo por 2 a 0 e reverteram para 3 a 2 nos acréscimos.



BRASIL PONTES FORTES

1. EQUILÍBRIO ENTRE ATAQUE E DEFESA 2. CRAQUES QUE PODEM DECIDIR PARTIDA 3. DEFESA MENOS VAZADA DA COPA (EMPATADO COM O URUGUAI) 4. PEÇAS DE REPOSIÇÃO À ALTURA DOS TITULARES 

PONTOS FRACOS

1. BOLA AÉREA 2. MARCAÇÃO LATERAL DE CONTRAGOLPES 3. CENTROAVANTE (GABRIEL JESUS) SEM MARCAR GOLS O craque: Neymar 

BÉLGICA Pontos fortes

1. ATAQUE GOLEADOR 2. BOLA AÉREA 3. TRANSIÇÃO OFENSIVA RÁPIDA 4. CRAQUES QUE PODEM DECIDIR PARTIDA Pontos fracos

1. TRANSIÇÃO DEFENSIVA FRÁGIL 2. LENTIDÃO DA ZAGA 3. ALVO FÁCIL DE CONTRAGOLPES 

O craque: Lukaku


O Povo

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