quarta-feira, 3 de junho de 2020

PROGRAMA HORA DA NOTÍCIA COM JOSEMBERG VIEIRA DESTA QUARTA-FEIRA 03/06/20. #Daoplayeassista #Rumoa70k #Compartilhe #Noticia #Jornalismo



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DESTAQUES DE HOJE:

• Mais de 70 municípios do Ceará são alvos de fiscalização do MPCE após denúncias de irregularidades em uso de recursos para a saúde
• 69 crianças e adolescentes são assassinados no Ceará durante pandemia de Covid-19
• Maioria das cidades do Interior desrespeita o isolamento rígido
• Ceará tem aumento de 13% no número de pacientes recuperados da Covid-19 em duas semanas
• Mortes por Covid-19 ultrapassam número de assassinatos registrados em 2019 no Ceará

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Página Nossa Palestina
Rádio Aracati 102.1

Distribuição dos kits da Merenda Escolar

COVID-19: ÚLTIMOS NÚMEROS ATUALIZADOS ATÉ 03/06/2020



240.627 PESSOAS RECUPERADAS 


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ORÓS: 

  • CASOS CONFIRMADOS: 49
  • Ainda em tratamento: 11 ⇧
  • EM ISOLAMENTO DOMICILIAR: 9
  • EM INTERNAÇÃO HOSPITALAR: 2

  • CASOS SUSPEITOS:  6

  • CASOS DESCARTADOS:  328
    ..........
  • RECUPERADOS: 38.
    ..................

________________________________________________

CEARÁ:


  • CASOS CONFIRMADOS: 55.472

  • MORTES: 3.188
     
  • RECUPERADOS: 36.895

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BRASIL: 

  • CASOS CONFIRMADOS: 555.383

  • MORTES:  31.199
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#FICA_EM_CASA


Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta quarta-feira



O concurso 2.267 pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h desta quarta-feira (3) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet - saiba como fazer.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


Por G1 — São Paulo

Deputado federais cearenses propõem uso de 29 fundos para o combate à Covid-19



Dois deputados federais cearenses apresentaram, na Câmara dos Deputados, projeto de lei que cria uma fonte de recursos para o enfrentamento dos efeitos da pandemia de Covid-19 no Brasil. De autoria de Mauro Filho e André Figueiredo, ambos do PDT do Ceará, a matéria transfere valores de 29 fundos públicos para uso com o surto viral no País.

O projeto considera, para efeito de repasses, o saldo do superávit financeiro apurado em 31 de dezembro de 2019. De acordo com tabela que consta no texto, o valor dos fundos representa cerca de R$ 177 bilhões, mas André Figueiredo afirma que a soma pode chegar a R$ 190 bilhões. O montante previsto, a depender das discussões da matéria, pode ser alterado.

Entre os fundos que poderão ceder recursos para a pandemia, estão o Fundo Rotativo da Câmara dos Deputados; o Fundo Especial do Senado; o Fundo Partidário; o Fundo do Exército; o Fundo Nacional de Desenvolvimento; o Fundo Nacional Antidrogas; entre outros.

O texto diz que os recursos poderão ser aplicados de forma direta pela União ou por meio de transferências para os entes subnacionais, ou seja, estados e municípios. A pauta municipalista, inclusive, segue forte em Brasília cobrando a chegada de novos recursos nos interiores para o combate ao novo vírus.

A proposta determina que, em relação ao Fundo Social, fiquem de fora os recursos destinados à educação oriundos da exploração do petróleo no pré-sal. Na justificativa para a aprovação da matéria no Parlamento, os deputados argumentam que a crise na saúde acarretou também uma grave crise econômica no Brasil.

De acordo com a proposta, as estimativas com as despesas, como ampliação do crédito e o pagamento do auxílio emergencial, vão exigir da União recursos que precisam ser encontrados no âmbito orçamentário e ampliarão o déficit primário esperado para o Governo, de R$ 490 bilhões para R$ 656 bilhões, "o que elevará a relação dívida bruta/PIB dos atuais 77,2% para aproximadamente 87,3%".

Por consequência, a receita pública deverá ser cada vez mais abalada com a necessidade de transferência de novos recursos para o tratamento de pacientes com Covid-19. "Urge a necessidade de utilizarmos saldos existentes há anos, sem aplicação, em 29 fundos públicos que integram a Conta Única do Tesouro Nacional, com a finalidade de oferecer sustentabilidade fiscal no médio e longo prazos", diz trecho do projeto.

Proposta

"A proposta busca evitar um extraordinário endividamento do Brasil no período pós-pandemia, além de assegurar confiança para os investidores nacionais e internacionais", disse o deputado Mauro Filho. O deputado explicou que a proposta surgiu em videoconferência de comissão mista com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em 30 de abril. "Seria uma ótima ocasião de, em vez de emitir dívida, buscar esses recursos", teria dito em resposta ao deputado, sobre o saldos dos fundos setoriais retidos no Tesouro. "Podemos desbloquear isso e justamente 'pagar' a guerra ao coronavírus", continuou o ministro.

André Figueiredo diz que esses recursos dos fundos estão paralisados e sem projeto de execução do orçamento. O pedetista ressalta que a liberação da verba será fundamental para o País não apenas durante os decretos de calamidade pública, e que caracteriza também o isolamento social, mas também no período pós-pandemia, quando as movimentações econômicas ainda estiverem lentas. "Será um período muito crítico dentro da situação da estagnação econômica que o Brasil vai passar", projetou o deputado federal.

A expectativa é que nos próximos dias seja votada a urgência do projeto na Câmara dos Deputados. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), está ciente da proposta, mas ainda não se manifestou publicamente acerca do texto. De acordo com André, a expectativa é que o projeto seja aprovado já na próxima semana.

Há conversas com a equipe econômica da Presidência da República para a institucionalização do projeto. Ou seja, para que a proposta seja uma pauta do próprio Palácio do Planalto.


Fonte: Diário do Nordeste

Pós-pandemia: saúde e construção são potenciais para a economia cearense



O fim da pandemia do novo coronavírus ainda é incerto, mas alguns setores já começam a planejar a evolução da atividade econômica após a normalização das questões de saúde, analisando os impactos causados pela crise. A cadeia industrial da saúde, inclusive, que abrange equipamentos de proteção individual e medicamentos, entre outros produtos, é um dos setores que devem ser impactados por esse momento - e que representam uma oportunidade para o Estado.

Liderada pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a indústria cearense iniciou, ontem (2), um grupo de trabalho para discutir estratégias para a retomada no momento pós-pandemia. Segundo Ricardo Cavalcante, presidente da Fiec, o plano terá metas de curto, médio e longo prazos e será apresentado ao poder público em 90 dias, com a indicação de um caminho para o setor.

O objetivo, de acordo com Cavalcante, é adaptar a indústria local ao "novo momento econômico" criado pela pandemia do novo coronavírus. O presidente da Fiec destacou a atuação de empresas do setor de confecções e do setor têxtil que adaptaram fábricas para produzir equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas e aventais para o uso dos profissionais da saúde em todo o Estado.

Com as mudanças no cenário global da produção industrial, o polo industrial de saúde no Ceará pode ganhar mais relevância. Em relação a esse setor, Ricardo explicou que muitos países já estão planejando a retirada de empresas do território chinês e que isso poderá mudar o perfil da centralização dos locais de produção no mundo.

O presidente da Fiec afirmou também que a pandemia do coronavírus mostrou uma certa dependência do mercado mundial com produtos chineses e ponderou que, se a dinâmica mundial mudar, o Ceará poderá ter um ponto positivo para impulsionar o desenvolvimento local.

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará é um dos potenciais do Estado, segundo Cavalcante, com capacidade de gerenciar a produção e exportação de itens. "Se houver esse movimento de mudança de local de produção, nós temos o melhor local da produção no Brasil, que é a ZPE do Ceará, que é a porta das Américas", disse.

Construção civil

Outro ponto de destaque é a construção civil, que segundo Cavalcante, foi apontada pelo ministro Paulo Guedes (Economia) como um dos setores a impulsionar a economia no pós-pandemia. A visão foi corroborada por Patriolino Dias, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE).

Segundo Dias, o setor está reduzindo estoques e poderá impulsionar novas vendas a partir da redução das taxas de juros aplicadas no Brasil. Ele ainda projetou que o novo Minha Casa Minha Vida poderá ser lançado nos próximos seis meses, o que pode colaborar com o crescimento do setor. Contudo, esse desenvolvimento deverá depender do desempenho da economia no geral, ponderou Dias.

Composição

O grupo de trabalho da Fiec conta com a participação de empresários do setor da indústria e economistas. Carlos Prado deverá liderar os trabalhos, contando com a participação dos empresários André Montenegro, Annette Castro, Marcos Soares, além dos economistas Lauro Chaves Neto, Guilherme Muchale, Sérgio Melo, Alcântara Macedo, Firmo de Castro, Célio Fernando e Luiz Eduardo Barros.

Representantes dos 40 sindicatos ligados à Fiec deverão ser ouvidos durante o período de trabalho, que deverá ser marcado por reuniões semanais nos próximos 3 meses.

"A gente precisa entender como estão as cadeias e entender como deverá ser o desenvolvimento industrial do Ceará. Nós entendemos que a indústria precisa apontar o caminho para os governos. Hoje tivemos a primeira reunião do grupo de trabalho", explicou o presidente da Fiec.

Apoio

O presidente da Fiec, contudo, apontou que ainda é preciso fazer com medidas atuais sejam mais eficazes para reduzir os impactos da crise na economia cearense. Ele destacou que vários empresários não estão conseguindo acessar as linhas de crédito anunciadas pelo Governo Federal para dar suporte aos negócios durante o período de calamidade.

Cavalcante ainda fez um apelo ao novo presidente do Banco do Nordeste, Alexandre Borges Cabral - que tomou posse ontem (2) -, para que o BNB tenha como foco fazer esses recursos chegarem na ponta. "Nós precisamos que esse dinheiro chegue nos pequenos e médios empresários para reduzir os impactos da crise", disse.

Competitividade

Coordenador do grupo, o economista e professor Lauro Chaves Neto, que é também conselheiro do Resultados da pesquisa Resultado da Web com links de sites Conselho Federal de Economia (Cofecon) destacou que um dos objetivos é também dar mais competitividade à indústria cearense no longo prazo. Além disso, Chaves afirmou que serão discutidas medidas para transformar a indústria cearense em um mercado mais sustentável.

"O grupo tem o objetivo de se pensar a longo prazo e pensar o desenvolvimento industrial cearense. A partir desse diagnóstico é que vamos pensar nas estratégias para o futuro da indústria mais sustentável e mais incluída no cenário global", disse o também conselheiro federal de economia.

Já o presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC), Marcos Soares, afirmou que as classificações serão consolidadas apenas após a consulta aos empresários, mas que nos próximos 15 dias, a equipe já poderá apresentar algo.


Diário do Nordeste

Por Redação
Miséria.com.br

Em uma semana, casos aumentam 80% no Interior



A mudança no quadro da pandemia nas regiões do Ceará se acentua, com a inversão no cenário de casos confirmados. O número de diagnósticos do novo coronavírus fora de Fortaleza agora é maior do que os registros na Capital. Dos 54.683 casos contabilizados no Ceará até ontem, 2, 25.344 (46,4%) são em Fortaleza e 29.339 (53,6%) nos demais municípios cearenses. Os dados são de atualização, às 19h27min, da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Apesar de ainda ser considerado o epicentro da infecção, a Capital apresenta desaceleração no crescimento. Enquanto nos municípios da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) e Interior, a disseminação tem sido mais rápida. Em uma semana, o número de casos cresceu 80% no Interior.

Ontem, houve recorde no número de registros de óbitos na plataforma, com o acréscimo de 316 confirmações. Foram 4.179 novos casos a mais que o dia anterior. Segundo aviso no IntegraSUS, "testagem em massa está sendo intensificada" com realização de testes rápidos.

A região circunvizinha da Capital concentra maior número de casos e de leitos de internação hospitalar. A disseminação da doença pelos municípios tem sido acompanhada de ampliação da rede pública de saúde pelas regiões cearenses na tentativa de atender à demanda causada pela Covid-19. A macrorregião de saúde de Fortaleza, uma das cinco do Estado, concentra mais de 38 mil diagnósticos positivos nos 44 municípios pelos quais é composta.

Sobral, distante 234,8 km da Capital, vem logo depois com 2.416 casos confirmados e 86 mortos, seguido de Caucaia (2.000 casos confirmados, 117 mortos) e Maracanaú (1.760 casos confirmados, 131 mortos).

De acordo com a Sesa, são 2.648 novos leitos de internação exclusivos para pacientes Covid-19, sendo 1.892 enfermarias e 756 UTIs. Conforme a pasta, dos leitos de alta complexidade, 466 são localizados na Capital e RMF. O número corresponde a 61,6% do total.

Sayonara Cidade, presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (Cosems-CE), destaca que a preocupação maior dos municípios tem sido o fortalecimento da atenção primária. "Estamos com foco no monitoramento e bloqueio desses casos para que a gente não tenha muita disseminação e consiga fazer o achatamento da curva", explica.

Ela frisa que quase todos os municípios de médio porte receberam respiradores. Mas para evitar que os pacientes necessitem de atendimento em unidades intensivas, uma das estratégias é o monitoramento de pacientes com mais de 60 anos e comorbidades, considerados grupos de risco da Covid-19.

"Comparado com outros estados do Nordeste, o Ceará tem uma boa cobertura da estratégia de saúde da família, rede pulverizada. A dificuldade maior vai ser a maior complexidade, porque a cobertura de leitos de UTI é muito baixa", avalia Marcelo Gurgel, professor de Saúde Pública e membro do Grupo de Trabalho de Enfrentamento à Covid-19 da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

"Se descer mais para o sul é que realmente pode ser mais complicado. São áreas mais pobres do Estado, marcada pela estiagem e com menor autonomia financeira", aponta.


Por: O Povo

Mortes por Covid-19 ultrapassam número de assassinatos registrados em 2019 no Ceará



Um balanço comparativo feito com dados dos registros de mortes pela Covid-19 no Ceará frente ao número de vítimas de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) nos 12 meses de 2019 no Estado mostra que o número de vítimas da doença já supera o número de óbitos por estes tipos de crimes.

Na somatória, segundo dados do último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde (Sesa), divulgado na noite desta terça-feira (2), mostra que 3.504 morreram em decorrência do novo coronavírus. Já conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS), 2.257 pessoas perderam a vida no ano passado por homicídios, latrocínios (roubos seguidos de morte) e lesões corporais com óbito.

Os números retratam uma crise sanitária em uma zona com altas taxas de violência. As 24,7 mortes por 100 mil habitantes do período passado já configuram uma epidemia na segurança. Para as Organizações das Nações Unidas (ONU), o teto do índice seria de 10.

A taxa de letalidade do novo coronavírus é de 6,4. O dado é diferente de mortalidade pois afere apenas o saldo de infectados e mortos, sem considerar geral dos residentes no Ceará.

“Se concentra em dois meses uma mortalidade que, pela violência, caberia no ano inteiro. Isso é dramático para a população. A morte por coronavírus deixa insegurança na família inteira, as pessoas se perguntam se estão contaminadas”, avalia o médico sanitarista Manoel Fonseca, especialista em epidemiologia. Ele observa que, para os familiares das vítimas, é gerada uma carga psicológica muito forte.

Fonseca considera que o comparativo motiva “uma preocupação extraordinária”, uma vez que as mortes causadas pela doença alcançam todas as faixas etárias. “O pior é que essa tendência não se acabou. Alguns estudos que estão avançando mostram que a mortalidade vai até o final de agosto, e só vão reduzir em setembro. Nós vamos superar qualquer indicador até lá”.


Por G1 CE

Mais de 70 municípios do Ceará são alvos de fiscalização do MPCE após denúncias de irregularidades em uso de recursos para a saúde



Mais de 70 municípios cearenses são alvos de fiscalização do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) após denúncias de irregularidades na aquisição de bens e serviços da saúde durante o combate ao novo coronavírus no estado.

Pelo menos 134 procedimentos foram instaurados até esta terça-feira (2). O Ceará tem 54.683 casos positivos de Covid-19 e 3.504 óbitos, segundo atualização das 19h27 desta terça-feira (2) da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Nesta segunda-feira (1º) o Estado ultrapassou os 50 mil diagnósticos positivos da doença. A plataforma aponta ainda o município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, com 117 mortes, sendo a terceira cidade cearense a superar uma centena de óbitos, atrás de Fortaleza (2.277) e Maracanaú (131).

Ao todo, são 72 municípios: Acarape, Acaraú, Acopiara, Amontada, Aracati, Araripe, Arneiroz, Aurora, Barbalha, Barreira, Barroquinha, Baturité, Bela Cruz, Boa Viagem, Caridade, Caririaçu, Caucaia, Cedro, Chaval, Chorozinho, Coreaú, Crato, Cruz, Eusébio, Farias Brito, Forquilha, Fortaleza, Fortim, Graça, Hidrolândia, Ibiapina, Icó, Iguatu, Independência, Itapajé, Itapipoca, Itatira, Jaguaruana, Jijoca de Jericoacoara, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Marco, Massapê, Mauriti, Missão Velha, Mombaça, Morrinhos, Mucambo, Novo Oriente, Pacujá, Palhano, Paraipaba, Parambu, Pedra Branca, Pereiro, Potengi, Quiterianopolis, Quixadá, Quixeramobim, Russas, Saboeiro, Santana do Acaraú, Santana do Cariri, São Benedito, São João do Jaguaribe, Sobral, Tamboril, Tauá, Trairi, Uruoca, Várzea Alegre e Viçosa do Ceará.

A lista com os procedimentos em cada cidade pode ser acessada neste link. O MPCE divulga, às terças-feiras, o balanço dos procedimentos realizados na investigação, em âmbitos municipal e estadual.

Os procedimentos investigam a instalação de hospitais de campanha, compra de respiradores, de testes para COVID, de EPIs e de outros insumos. As denúncias são recebidas pelas Promotorias de Justiça, órgãos de apoio e de investigação, e Ouvidoria do MPCE.

“Todas as suspeitas que chegam ao conhecimento do MPCE são encaminhadas para os promotores de Justiça, que realizam todas as diligências necessárias para chegar à verdade dos fatos. Não é fácil realizar a investigação de tantos fatos complexos durante uma pandemia, que dificulta a realização dos trabalhos de campo", destaca o procurador-geral de Justiça Manuel Pinheiro.

A aplicação de recursos públicos pode ser acompanhada pelos Portais da Transparência do Ceará e dos municípios. A Lei da Transparência assegura a divulgação de gastos da União, dos estados e dos municípios na Internet em tempo real.


Por G1 CE

Ocupação de leitos para Covid-19 chega a 81% em cidades com lockdown no interior do Ceará



Os municípios do interior do Ceará Sobral, Itapipoca, Camocim, Itarema e Acaraú, que começaram a adotar medidas mais rígidas de distanciamento social segunda-feira (1º), têm, juntos, 410 leitos ativos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e de enfermarias para pacientes com Covid-19.

Nesta terça-feira (2), a taxa de ocupação desses leitos, é de 81,46%, conforme dados das secretarias municipais de saúde e da plataforma IntegraSus, da Secretaria da Saúde (Sesa) do Ceará.

Ao todo, nas cinco cidades, há 334 pessoas internadas em decorrência da Covid-19 neste momento. Dos cinco municípios, Camocim e Acaraú não têm leitos de UTI. Já Sobral, Itapipoca e Itarema contam com 142 leitos de UTI e Semi UTI ativos. Destes, 136 estavam ocupados (95,77%) na manhã desta terça-feira.

Em Itarema há 5 leitos de semi UTI, destinados a pacientes que exigem cuidados intensos, mas que não necessitam de monitoramento permanente. Além disso, as cinco cidades, juntas, têm 268 leitos de enfermarias. Deste total, 198 estavam ocupados.

As cinco cidades da região Norte, além de Caucaia e Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, consta no decreto publicado no último sábado (30), pelo governador Camilo Santana (PT), como municípios que devem implementar medidas mais rígidas de isolamento social, assim como aconteceu em Fortaleza. Apesar das determinações, várias ações de desrespeito ao isolamento foram registradas no primeiro dia de validade dos decretos municipais.

Ocupação em Sobral
Juntas, as cinco cidades do interior somam 4.852 casos confirmados da doença, segundo a última atualização do IntegraSus. Sobral tem o maior número de infectados do Interior e segundo maior número de confirmações do Ceará, atrás apenas de Fortaleza.

O maior município da Região Norte também tem o maior número de leitos de UTI e enfermarias. Segundo a Prefeitura, são 120 UTIs (119 ocupadas) e 169 enfermarias (123 ocupadas) distribuídas no Hospital Regional Norte, na Santa Casa de Misericórdia de Sobral, no Hospital de Campanha Dr. Alves e no Hospital Dr. Estevam.

O isolamento social ainda é a principal saída para tentar prevenir o contágio da doença. “A velocidade da contaminação pode elevar rapidamente o número de casos. Com o agravamento desses casos, ainda que haja aumento na estrutura física, pode haver sobrecarga das equipes assistenciais”, avalia a coordenadora do Controle de Infecção Hospitalar do HRN, Diana Muniz. Ela reitera que o distanciamento contribui para que o sistema de saúde não seja sobrecarregado.

Pacientes com comorbidade

Com a escassez de leitos nas unidades, pacientes que precisam de atendimento por conta de outras doenças são prejudicados. “Existem as outras comorbidades que não deixaram de existir, como o AVC e o infarto, que são provocados inclusive por diabetes, hipertensão, obesidade, fatores de risco de maior mortalidade em pacientes que adquirem Covid-19", explica o neurologista, Gustavo Vieira Rafael.

A unidade referência possui 99 UTIs (todas ocupadas), e 72 enfermarias (com 62 pacientes). Por conta da demandaa, vem recebendo insumos do Governo do Estado, como 20 novos respiradores mecânicos.

A situação de Itapipoca, que tem o 5º maior número de infectados do Ceará também gera preocupação. No Município, os casos de maior complexidade vão para o Hospital Maternidade São Camilo, unidade referência para os municípios da 6ª Coordenadoria Regional de Saúde (Cres), atendendo as cidades de Itapipoca, Amontada, Miraíma, Trairi, Uruburetama, Tururu e Umirim. Os 17 leitos de UTI na unidade estão ocupados. Outros 18 pacientes estão internados em leitos das enfermarias. O município deve receber mais 40 leitos em um Hospital de Campanha.

Já em Camocim, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) não há leitos de UTI. Das 16 enfermarias, 15 estão ocupadas. A Prefeitura afirmou que irá abrir mais 12 leitos de enfermaria nesta semana.

Já no Hospital Dr. Moura Ferreira, em Acaraú, 18 das 20 enfermarias estão com pacientes internados. A partir do dia 12, a UPA deve funcionar como Hospital de Campanha com 20 leitos de UTI. Em Itarema, o Hospital Municipal Natércia Rios, que também não possui leitos de terapia intensiva, tem 24 das 28 enfermarias ocupadas. Além de cinco semi-UTIs livres para receber pacientes.


Por G1 CE

Ceará tem aumento de 13% no número de pacientes recuperados da Covid-19 em duas semanas



O número de pacientes diagnosticados com Covid-19 que receberam alta médica no Ceará teve uma alta de 13% entre as duas últimas semanas. De acordo com a plataforma IntegraSUS, utilizada pela Secretaria de Saúde para divulgar os dados relacionados à pandemia em território cearense, o total de recuperados foi de 1.827 entre os dias 24 e 30 de maio. Enquanto isso, o número era de 1.617 no período entre 17 e 23 do mesmo mês.

Atualmente, segundo as informações oficiais da pasta, 86,76% das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estão ocupadas nos municípios que atendem a doença. Já a taxa de ocupação das enfermarias pelo Estado é de 62,35%.

O Ceará ultrapassou a marca de 50 mil pessoas com coronavírus. Conforme dados da Sesa, são 50.504 casos confirmados da doença, além de 3.188 mortes em decorrência da Covid-19.

Com análise das duas últimas semanas de maio, o balanço disponibilizado no IntegraSUS aponta uma média de 246 altas concedidas aos infectados pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2, por dia em todo o Ceará.

Também levando em consideração este intervalo de tempo em maio, entre os dias 17 e 30, o pico de altas foi registrado no dia 26 do mês em questão, quando 371 pessoas foram consideradas curadas da doença. Até então, desde o começo do surto de Covid em solo cearense, 34.208 já foram considerados como recuperados da infecção.

Em Fortaleza, epicentro da epidemia no estado, o número de altas por dia fica em cerca de 195, quando utilizados os números registrados nas últimas duas semanas.

O IntegraSUS aponta que o pico entre 17 e 30 de maio em Fortaleza ocorreu no meio dia do registrado no Ceará, no dia 26 do mês passado. Até a manhã desta terça-feira (2), o município alcançou a marca de 16.502 pessoas recuperadas da Covid-19.


Por G1 CE

Maioria das cidades do Interior desrespeita o isolamento rígido



Diante da escalada de casos da Covid-19, as cidades de Sobral, Itapipoca, Camocim, Itarema e Acaraú, todas na Região Norte, tiveram medidas mais restritivas no isolamento social decretadas pelo Governo do Estado. O ‘lockdown’ passou a vigorar na segunda-feira (1º), com o objetivo de mitigar a disseminação do novo coronavírus e, assim, evitar um colapso no sistema de saúde. No entanto, nos dois primeiros dias de vigência do decreto, o resultado não foi o esperado. Houve desrespeito às normas em quase todas as cidades. 

O cenário preocupa. Os cinco municípios já somam, juntos, 4.852 casos confirmados da Covid-19. O quantitativo é 7% maior do que o registrado na última segunda-feira. Como agravante, a taxa de ocupação dos leitos está próxima do limite. Nas três cidades (Sobral, Itapipoca e Itarema) que têm UTIs dedicadas a pacientes com Covid, a taxa de ocupação está em 93,66% - em Acaraú e Camocim não há leitos de UTI. Já para os leitos de enfermarias, presentes nas cinco cidades, a taxa é de 73,88%. Ao todo, os cincos municípios dispõem de 410 leitos (UTI e enfermaria) exclusivos para tratamento da Covid. Neste universo, a ocupação é de 80,7%. Os dados são confirmados pelas secretarias de saúde dos municípios atualizados às 11h e, os números do Hospital Regional Norte (HRN), são do IntegraSUS, atualizados às 19h27.

Evitar o estrangulamento das vagas - que se mostra eminente -, só será possível com isolamento rígido, avaliam especialistas. “Não adianta abrir vagas e mais vagas se a população não colabora. O mais importante, hoje, é adotar o isolamento”, alerta a médica Luana Costa. Mas, não é o que tem sido observado até agora.

“Tem muita gente nas ruas ainda, e sem máscara. O pessoal ainda não teve a consciência de como esse vírus é sério”, desabafou uma moradora de Sobral, que se recuperou da Covid-19 e que não quis se identificar. O Município registra o maior número de casos no Interior, com 2.416 pessoas infectadas, e é um dos que mais preocupa. A situação de Sobral gera atenção pois a cidade também é referência hospitalar para a macrorregião. 

Só no HRN, que atende pacientes de 55 municípios, dos 99 leitos de UTI, 96 estão ocupados. Apesar das aglomerações, o diretor da Coordenadoria Municipal de Trânsito de Sobral (CMT), Julif Guedes, garantiu que há fiscalização no Município. 

“A PM reforçou as operações”. Há blitz em todos os acessos a Sobral e em algum deles há bloqueios. Além disso, todo o Centro foi isolado. 

Outro município em situação grave pelo grande número de casos é Itapipoca, que já soma 1.043. Na cidade, todos os 17 leitos de UTI estão ocupados. Mesmo assim, muitos moradores seguem se aglomerando. “As pessoas não respeitam. As filas continuam grandes, os supermercados cheios. A Prefeitura barrou as entradas no município, mas ainda não vi sucesso nessa nova medida”, conta a agente de microcrédito Mirelle Dutra. 

O presidente da Autarquia Municipal de Trânsito de Itapipoca (AMTI), Paulo da Mota David, admite dificuldades para conter a circulação de pessoas e veículos, já que muitos, vindos de outros municípios, se dirigem à cidade para utilizar serviços essenciais, como os bancos. “Vem gente de Amontada, Miraíma, Uruburetama”, exemplifica. 

Hoje, o principal trabalho dos agentes de trânsito é conter as aglomerações em dia de pagamentos. “Os agentes estão dando apoio. Isolou a Caixa Econômica, pintou o chão para manter a distância”, enumera as ações.

Com 25 agentes trabalhando por escala, David admite as dificuldades. “É insignificante o número porque fazemos (fiscalização) a noite”, pontua. Outro problema é que a cidade é cortada pela BR-402, que liga o Ceará aos estados de Piauí e Maranhão. “Não podemos ser arbitrários e impedir o cidadão que passa de uma cidade para outra”, pondera David. Os agentes têm orientado para não circularem nas vias municipais. 

Para tentar conter o fluxo, Itapipoca adotou um rodízio de veículos a partir do número final da placa. “Em dias ímpares só circulam os que têm placas ímpar. Em dias pares, apenas final com número par”, explica David. A regra não é aplicada para quem presta serviços essenciais ou veículos de quem tem permissão para trabalhar. 

Já em Camocim, no extremo Norte cearense, a própria coordenadora de atenção básica do Município, Ana Cristina Bernardino, observa que parte da população descumpre as medidas de isolamento social. “A população não está consciente do que está ocorrendo e precisamos da ajuda dos moradores”, pontuou. “As pessoas saem para fazer compras”, completa. 

Apesar da gestão municipal afirmar que vem adotando medidas desde o início da pandemia, uma enfermeira que trabalha em uma unidade básica de saúde e pediu para não ser identificada disse que as medidas preventivas foram adotadas tardiamente. “Fazemos limite com Jijoca de Jericoacara e o fluxo de turismo estava intenso com a praia de Tatajuba, onde os casos de Covid-19 começaram”, pontuou. “Até hoje não há barreira nessa área”. O município, que não tem UTI, já registra 11 óbitos pela Covid.

A professora Ângela Cecília da Silva denuncia que, mesmo com o decreto mais rígido, ainda há muitas pessoas nas ruas e a fiscalização e as barreiras não estão surtindo efeito. “Não mudou quase nada”, garante. 

Um empresário local reforça: “Aqui nada mudou, o quadro atual com lockdown é igual à situação anterior, com muitas pessoas nas ruas e os comerciantes colocando clientes dentro das lojas e fechando as portas”, desabafou. A reportagem entrou em contato com a chefia de Gabinete da Prefeitura de Camocim, mas as ligações não foram atendidas. A gestora do Comitê de Crise de Acaraú, Marjore Viana, também reconhece a existência de aglomerações. “A situação nos preocupa com muita gente nas ruas, nos bancos para receber benefícios sociais, aposentadorias, e isso forma aglomerações”, contou. “A rodovia estadual de acesso a outras cidades passa por dentro de Acaraú e isso traz dificuldades de controle”, afirma. Os casos em Acaraú saltaram 36,5% em uma semana, chegando ontem (2) a 734 infectados. 

Oposto 
A cidade de Itarema é a única onde as medidas parecem estar sendo cumpridas. O empresário Marcos Maia relata que houve uma “pequena mudança no fluxo de pessoas” no centro da cidade em relação à semana passada, quando ainda não havia sido estabelecido o lockdown. A secretária de Saúde do Município, Ana Paula Praciano, corrobora. “Nesses últimos dois dias, houve uma redução do número de pessoas nas ruas”. 

Por: Diário do Nordeste

69 crianças e adolescentes são assassinados no Ceará durante pandemia de Covid-19


Dos 69 casos, 13 foram nos últimos dias de março, 30 em abril e 26 em maio.

Em pouco mais de dois meses desde o início da quarentena no Ceará, pelo menos, 69 crianças e adolescentes foram assassinados. O dado compreende de 20 de março de 2020 até o último dia 27 de maio. Comparado a igual período de 2019, houve aumento de 165% no número de vítimas menores de idade. O Comitê Cearense pela Prevenção e Combate à Violência considera que o Ceará está sob duas epidemias: a do coronavírus e a dos homicídios.

O espaço de tempo analisado é referente ao decreto da quarentena no estado devido à Covid-19. O relator do Comitê, Renato Roseno, destaca ser preocupante que nem mesmo em período de isolamento social não tenha havido uma baixa no número de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs).

Dos 69 casos, 13 foram nos últimos dias de março, 30 em abril e 26 em maio, referente ao dado parcial desse mês, conforme estatísticas disponibilizadas pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE).

Conflitos

A SSPDS afirmou por nota que o crescimento nos CVLIs em todos os estados do Brasil é em razão do acirramento entre organizações criminosas rivais. Com o conflito entre células desses grupos no Ceará, a SSPDS diz reorganizar a atuação e realizar trabalhos de inteligência que culminem na desarticulação dos grupos. Dentre as medidas, a secretaria ressalta o investimento feito em tecnologias aplicadas à segurança pública e as ações preventivas baseadas em doutrinas do policiamento comunitário.

Conforme Renato Roseno, o Comitê avalia que essas mortes estão relacionadas à causas estruturais, como exclusão social: "Há essa observação da redução da faixa etária das vítimas. As mortes de adolescentes, muitas vezes, estão vinculadas à disputa das facções. É a situação do jovem negro, da periferia, excluído. É o mais vulnerabilizado pela violência letal. Nós entendemos que o enfrentamento a essa violência é, sobretudo, com ações de prevenção, mediação de conflitos, cultura, inteligência policial e combate ao tráfico de armas".

A SSPDS ressaltou que junto ao Governo do Ceará age sob o pilar que as ações de prevenção social são imprescindíveis e devem ocorrer em paralelo ao trabalho desenvolvido pela polícia. A secretaria citou como exemplo de ação a ampliação do tempo integral na rede estadual de ensino. "Em 2020, 277 das 728 escolas oferecem o tempo integral, o que representa 38% da rede com a jornada prolongada", disseram.

Por G1 CE

terça-feira, 2 de junho de 2020

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