terça-feira, 22 de janeiro de 2019

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DESTAQUES DE HOJE:

Sete anos após transbordar, Orós atinge 2º pior volume da história; Escassez afeta maior açude do Estado e causa prejuízos à população; Vendedora de dindins de 12 anos é vítima de estupro; PM da reserva de 70 é preso em flagrante; Creche e estação de energia são incendiadas por criminosos no 21º dia de ataques do Ceará; Operação do MP e Polícia Civil prende prefeito de Pedra Branca, no Ceará; Giro policial no Ce essas e outras para você ficar bem informado!

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Operação do MP e Polícia Civil prende prefeito de Pedra Branca, no Ceará


O prefeito de Pedra Branca, Antônio Gois Monteiro Mendes, foi preso na manhã desta terça-feira (22), em operação do Ministério Público e da Polícia Civil. A ação combate fraudes em licitações.

O G1 entrou em contato com a prefeitura de Pedra Branca, na manhã desta terça-feira por telefone, mas as ligações não foram atendidas.

Além do prefeito, outras seis pessoas foram presas dentre elas o coordenador de projetos sociais do município; um ex-vereador do município e comerciante; um engenheiro civil; o ex-secretário de educação do município; a conselheira tutelar do município e o secretário do meio ambiente do município.

Apreensão de documentos e celulares
O Ministério Público cumpre ainda oito mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da prefeitura do município, tendo feito a apreensão de documentos e aparelhos celulares que serão importantes para as investigações.

Os gestores foram encaminhados ao Complexo de Delegacias Especializadas (Code) e Delegacia Especializada de Capituras (Decap), em Fortaleza, onde ficarão à disposição do Poder Judiciário.

Equipes da Polícia Civil dão apoio à operação organizada pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPCE.

A operação conta ainda com apoio das equipes da Polícia Civil de Mombaça, Senador Pompeu, Quixadá, Quixeramobim, Solonópole e duas equipes do Departamento de Polícia do Interior (DPI) Sul.


Por G1 CE

Sete anos após transbordar, Orós atinge 2º pior volume da história


"Quando o açude está cheio não fica barco emborcado, ninguém fica parado, sem trabalho. O açude Orós já foi uma riqueza, com caminhões subindo cheio de peixes, mas agora é só sequidão, quase não tem mais pesca. Só Deus para nos salvar". A observação é da pescadora, Lucélia Alves de Lima, de 40 anos e que desde os sete começou a pescar nas águas do segundo maior reservatório do Ceará. Assim como no Castanhão, o cenário do Açude Orós é desolador. O reservatório acumula apenas 5,5% de sua capacidade total, que é de 2.109 milhões m³. A água se distanciou das fazendas, inviabilizando ou reduzindo as atividades agropecuárias locais.

Para se ter uma ideia do impacto da seca, há sete anos, o açude estava com sua capacidade máxima, a exemplo do que ocorreu nos anos de 2008, 2009, por exemplo. Hoje, o baixo volume do reservatório afeta a produção de pescado, leite, grãos e capim em unidades produtoras nos municípios de Iguatu, Quixelô e no próprio Orós, todos na região Centro-Sul do Ceará.

Prejuízos acumulados

Casada com Francisco Gregório da Silva, que se viu obrigado deixar temporariamente a atividade de pesca, para o plantio de uma vazante de feijão, Lucélia de Lima, conta que resiste em ser pescadora. "Não gosto de roça", pontua. Diariamente Lucélia sai de casa com o anzol nas mãos e um sonho no coração. "A gente espera que vai chover, que a vida vai melhorar", confidencia a pescadora.

No entanto, quem insiste, como ela, em colocar linhas com anzol e lançar redes na pouca água que ainda resta, reclama da baixa quantidade de peixe. "Quase não está dando mais nada", disse José Pedro Lima. "Com dificuldade a gente consegue alguma tilápia e tucunaré, mas é tudo peixe pequeno", acrescenta.

O produtor de tilápia em tanques redes e comprador de pescado de outros produtores, na bacia do Açude Orós, Francisco Kinderman Oliveira de Lima, disse que a produção local caiu 90%.

"Se não chover neste ano, a situação vai piorar, a produção vai parar e nesse quadro de dificuldades ninguém tem coragem de investir".

Em maio de 2018, Kinderman Lima e o pai, Antônio Neto, perderam mais de 100 toneladas de peixe, que morreram nas gaiolas. O prejuízo foi estimado em quase um milhão de reais. Insistiram na produção, mas diminuíram a quantidade de gaiolas. "A gente produzia 30 toneladas por mês, mas agora caiu para três toneladas", comparou. "A gente tinha 600 gaiolas, mas agora só tem 300 e com reduzida quantidade de pescado".

Arroz Irrigado

Nos últimos três anos, houve significativa redução da área de cultivo por causa do baixo nível de água no reservatório. Os produtores estimam queda de 20% na safra de 2018 em relação a de 2017. Já em consideração a igual período de 2014, quando o açude acumulava 50%, a retração é de 90%.


"Já fomos uma das áreas de maior produção de arroz irrigado no Ceará, nas várzeas do Orós e do Rio Jaguaribe, mas a atividade enfrenta séria crise", pontuou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Iguatu, Evanilson Saraiva. O plantio de arroz irrigado nas várzeas do Açude Orós ocorre no segundo semestre (a partir de julho) e a colheita é feita sempre nos meses de novembro e dezembro.

Efeito

A perda de água no Orós criou um clima de preocupação e de tristeza entre os moradores, produtores rurais, piscicultores e aqueles que trabalham com o setor de serviço, alcançado com a ausência dos turistas. A crise afeta os negócios na cidade, com queda nas vendas nos postos de gasolina, lanchonetes e bares, farmácias e até mercadinhos. "Sem renda, as pessoas compram menos, procuram priorizar o essencial", disse o empresário, Luís Souza.

Nas proximidades da parede do reservatório, já se observa áreas de terras, que antes estavam submersas e agora formam ilhotas.

"O cenário aqui está triste", disse a turista Leda Xavier, que mora em Juazeiro do Norte. O vai-e-vem de moradores e visitantes no açude diminuiu. Os barcos estão ancorados à espera de gente para passear. Os restaurantes estão completamente vazios.
O açude Orós é responsável pelo abastecimento das cidades de Orós, Jaguaribe, Jaguaretama, além de distritos de Feiticeiro, Nova Floresta e dezenas de localidades rurais.


Os produtores rurais de Orós reclamam por medidas compensatórias, porquanto alegam que não estão produzindo, além da falta de água que vão enfrentar nas comunidades ribeirinhas. "Quem antes plantava em vazantes agora está parado; quem criava peixe também cruzou os braços", disse a moradora Francisca Oliveira.


Fonte: Diário do Nordeste Honório Barbosa

Escassez afeta maior açude do Estado e causa prejuízos à população


"A nossa situação é cada vez pior. Muitos já desistiram de criar o pescado em gaiolas, não dá mais. O peixe está sem valor, a ração está cara e o açude secando, com água sem qualidade e sem condições de continuar com a atividade". O lamento é do piscicultor, Laudo Clementino, que desde 2011 iniciou um projeto de produção de tilápia no Açude Castanhão, o maior do Ceará.

O pranto do piscicultor, no entanto, não é isolado. É um grito geral. Maiúsculo. Que ecoa, há anos, por entre as 184 cidades cearenses. Nos últimos oito anos, o sertanejo foi duramente castigado pela seca. A água que caiu do céu, com volume e força, nos anos de 2008 e 2009, cessou. O líquido que vinha das nuvens, passou a vir dos olhos. O agricultor chorou, o rebanho morreu e a vegetação foi igualmente castigada.

A crise hídrica se alastrou e mudou o cenário do Estado. Para mostrar essa realidade, o Diário do Nordeste visitou sete cidades do interior cearense. Foram mais de 1800 quilômetros percorridos. O especial "Águas do Céu" retrata, durante as próximas cinco semanas, os efeitos da seca no Ceará, resgata a memória do sertanejo quando o Estado viveu anos com chuvas acima da média e traz a esperança de novos tempos. O desejo é que o grito uníssono de súplica transforme-se em alívio e agradecimento. Mas, se as chuvas finalmente virão, isso só o tempo irá dizer...

Castanhão

A crise se agravou a partir de 2016 quando houve uma mortandade quase generalizada no reservatório. A perda de volume de água inviabiliza a produção de tilápia, a principal atividade econômica do município de Jaguaribara. O reservatório, responsável pelo abastecimento de Fortaleza e Região Metropolitana (RMF), além do médio e baixo Jaguaribe, hoje, acumula menos de 4% de seu volume.

Apesar de todas as dificuldades, o sentimento de esperança persiste entre os piscicultores. "Confio em Deus e quando esse canal chegar (transferência das águas do Rio São Francisco) tudo vai mudar e melhorar para todos", espera Laudo Clementino.

O também piscicultor Carlos Antônio da Silva foi incisivo: "O Castanhão parou, a piscicultura está se acabando". Há oito anos, Silva mantinha em sociedade com Laudo Clementino, 300 gaiolas, mas atualmente está com apenas 100. "Era uma atividade boa, a gente conseguia tirar sete mil quilos por mês, mas agora a produção é inferior a dois mil quilos", detalha.


A queda na produção de pescado reflete diretamente na diminuição da renda dos piscicultores. O quilo da tilápia era vendido por R$ 8,00, mas foi reduzido para R$ 6,50. A atividade permitia um lucro livre em torno de 30%. "Hoje a gente só tá fazendo dois salários mínimos por mês", pontuou Carlos Silva. "Nunca imaginei que o açude Castanhão fosse ficar com pouca água assim", afirma, espantado, o agricultor Pedro Lima. "Essa é a pior crise que já vi em minha vida".

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Pesca do município, Lívia Barreto, avalia que a cidade está mais pobre com a paralisação dos criatórios de pescado de forma intensiva no Castanhão. O setor movimentava R$ 7 milhões por mês. A queda no comércio é superior a 30%. A produção estimada era de 20 mil toneladas por ano de tilápia, no reservatório. "Enfrentamos uma crise econômica grave", frisou.

"O nosso esforço é para trazer investimentos, projetos com apoio do governo do Estado".
O Castanhão chegou a produzir 400 toneladas de tilápia por mês. A piscicultura gerou centenas de emprego e a renda dos trabalhadores e produtores rurais aqueceu a economia local. O varejo estava em expansão, mas veio a crise hídrica. "A produção de pescado é a base da nossa economia, mas hoje o dinheiro que circula no comércio é proveniente de aposentadoria e de salários de servidores públicos", pontuou Lívia Barreto.

Associação dos Criadores de Tilápia do Castanhão (Acrítica) observa que o reduzido volume de água inviabiliza a criação de peixe. Piscicultores já foram embora para outros Estados. Os projetos produtivos (criação de bovinos e produção de frutas) não deslancharam e a escassez de água traz dificuldades. "Tudo isso contribui para a crise se agravar", complementa Barreto. Àqueles que não se aventuraram em outros açudes fora dos domínios cearenses estão praticamente parados.

Carlos Antônio Silva há oito anos deixou a atividade agrícola e tornou-se piscicultor, mas agora teme voltar para o campo.

"A dificuldade é grande. Temos família para criar, contas a pagar, mas a produção só caí", lamentou. "O preço do peixe baixou, mas o da ração não para de subir".
A assessora da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Jocivânia Bezerra, frisou que o sentimento do povo é de tristeza. "Os piscicultores e a população estão desanimados", disse.

Reflexo

Em 2013, o açude estava com mais da metade de sua capacidade hídrica (55,04%). Três anos depois, uma queda substancial. O Castanhão estava apenas com 10,97% do volume total. No ano seguinte, redução de 50%. "Em 2017 o açude tinha 5% da capacidade total, no ano passado, apenas 2,65%", detalha a comerciante Rosinalda Custódio Lima.

Diante da seca, grupos de turistas praticamente deixaram de visitar a cidade nos fins de semana. "O açude Castanhão com reduzido volume (atualmente com 3,9%) não se torna atrativo turístico", destaca Lívia Barreto. Restaurantes e pousadas estão com movimento "aquém do habitual".

"O Castanhão é de grande importância para Jaguaribara, era a esperança de um povo que por meio da piscicultura gerou renda e emprego e impulsionou outros setores", observa Jocivânia Bezerra.

Fonte: Diário do Nordeste

Vendedora de dindins de 12 anos é vítima de estupro; PM da reserva de 70 é preso em flagrante


Uma menina de 12 anos de idade que vendia dindins para ajudar na sobrevivência da família foi vítima de crime de estupro, em Fortaleza. O caso foi registrado nesta segunda-feira, 21. Um militar da reserva da Polícia Militar (PM) foi preso pela Polícia Civil.

Segundo uma fonte da Civil, por meio de relato de testemunhas, o militar da reserva colocou a menina dentro do carro e transitou com a vítima por alguns metros. Um familiar seguiu os dois e foi até a delegacia para denunciar. Os policiais civis foram até o local e realizaram a prisão em flagrante no 19º DP por estupro de vulnerável.

Conforme a fonte, essa não é a primeira vez que o homem aborda a menina e a coloca dentro do veículo. Desta vez, segundo relato da vítima, não houve conjunção carnal, mas aconteceram atos libidinosos que configuram o crime de estupro.
A vítima foi encaminhada para realização de exames de corpo de delito e o suspeito também seria submetido a exames. Em seguida seria levado ao 5º Batalhão da Polícia Militar, onde permaneceria preso. O nome do suspeito não foi divulgado.

O POVO Online opta por não divulgar o nome da rua ou bairro para não identificar a vítima.

Redação O POVO Online

Creche e estação de energia são incendiadas por criminosos no 21º dia de ataques do Ceará


Criminosos detonaram uma bomba em uma subestação da Enel, distribuidora de energia do Ceará, na madrugada desta terça-feira (22), e incendiaram uma creche na noite desta segunda-feira (21), no município de Caucaia, na Região Metropolitana da capital. Não há registro de pessoas feridas nestes ataques. A violência no estado chegou ao 21º dia seguido.

Desde o dia 2 de janeiro, quando começaram as ações criminosas, ocorreram 228 ataques contra ônibus, carros, prédios públicos, prefeituras e comércios em 48 dos 184 municípios cearenses. As ações começaram em Fortaleza e se espalharam para a Região Metropolitana e diversas cidades do interior. A Secretaria da Segurança Pública do Ceará confirmou que 404 pessoas já foram detidas por envolvimento nas ações criminosas.

Para tentar conter os ataques, o governo estadual convocou 1.200 policiais militares da reserva para reforçar a segurança nas ruas. O Ministério da Justiça enviou agentes da Força Nacional e reforço da Polícia Rodoviária Federal para o estado. Policiais militares e agentes penitenciários de outros estados brasileiros também foram deslocados ao Ceará após o início dos crimes.

A subestação de energia elétrica ocorreu por volta das 2h, no Bairro Vila Pery. Criminosos invadiram o local e detonaram um artefato explosivo. Equipes da Polícia Militar, Força Nacional, Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e Perícia Forense estiveram no local após o crime. A polícia não repassou informações sobre os estragos causados no local.

O barulho ocasionado pela explosão foi ouvido por moradores de diversos bairros da região. Apesar do ocorrido, o fornecimento de energia elétrica não foi afetado no bairro. Logo após o crime, os suspeitos fugiram.


Na noite de segunda-feira, no município de Caucaia, três homens invadiram uma creche localizada na Rua Alaíde Mateus, no Bairro Jurema e incendiaram uma das salas. No local atingido pelo fogo estavam guardados materiais escolares que seriam utilizados durante o ano letivo, como livros, cadernos e carteiras. Uma geladeira que estava na sala também foi danificada pelas chamas.

Testemunhas afirmam que escutaram o barulho de um carro e a polícia não descarta que um veículo tenha dado apoio à ação criminosa. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar pelo fogo. A unidade escolar atende crianças a partir de 1 ano e ficou fechada nesta manhã.

Fonte: G1

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

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DESTAQUES DE HOJE:

Chove em 69 municípios; Cascavel, no Litoral Leste, registra maior índice do Estado; Igreja Católica na PB é condenada a pagar indenização de R$ 12 milhões por exploração sexual; Plantão policial em toda região com Suicídio por enforcamento, achado de feto na espécie humana e homicídio a bala ; Controle na oferta de água dos reservatórios deve continuar este ano essas e outras para você ficar bem informado!



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Fim de semana foi marcado por 17 atentados criminosos, a maioria com incêndios


O fim de semana foi marcado por mais ataques criminosos no Ceará.  Postos de combustíveis, caminhões, empresas privadas, coletivos e até táxi foram alvos dos 17 atentados registrados no estado entre a manhã de sexta-feira (18) e o começo da madrugada de hoje (21). Segundo as autoridades, cerca de 300 pessoas estão presas sob suspeita de envolvimento nos atos criminosos.

Vários ônibus foram incendiados ou danificados por conta dos ataques de vândalos à serviço do crime organizado na Capital. Dois adolescentes foram apreendidos por agentes da Guarda Municipal de Fortaleza (GMF) no bairro Canindezinho, na zona Sul da cidade, quando se preparavam para atacar coletivos usando coquetéis molotov.

Bandidos incendiaram uma bomba de gasolina em um posto de combustíveis localizado na rodovia estadual CE-065, em Maracanaú. No Eusébio, o alvo de um incêndio criminoso foi uma empresa de coleta seletiva de lixo reciclável.  Bandidos também tentaram incendiar uma subestação de energia elétrica no bairro Siqueira e explodiram uma bomba em uma ponte na BR-116, na Aerolândia.

No Interior do estado foi registrado apenas um ataque. O atentado aconteceu no Município de Crateús (a 345Km de Fortaleza) onde criminosos incendiaram um caminhão-pipa na localidade de  Lagoa das Pedras, na zona rural.

Veja, a seguir, a cronologia dos atentados do fim de semana no Ceará:

Sexta-feira (18/1/2019)

1 – Ônibus incendiado no bairro Pio Saraiva (CAPITAL)

2 – Van escolar incendiada na Rua Luís Porfírio Sales/B. Mondubim (CAPITAL)

3 – Tentativa de incêndio a uma subestação da CHESF na Rua Siqueira Campos/B. J. Jatobá (CAPITAL)

4 – Explosão de artefato em uma ponte na BR-116, no bairro Aerolândia (CAPITAL)

5 – Caminhão-pipa incendiado na localidade de Lagoa das Pedras (CRATEÚS)

Sábado (19/01/2019)

1 – Suspeita de bomba na Rua 434, do Conjunto Ceará (CAPITAL)

2 – Tentativa de incêndio a ônibus no B. Parque São José (CAPITAL)

3 – Ônibus incendiado na Linha 629/Palmeiras-Perimetral (CAPITAL)

4 – Bomba de gasolina incendiada no Posto Magalhães CE-065 (MARACANAÚ)

5- Incêndio em empresa de lixo reciclável (EUSÉBIO)

6 – Tentativa de incêndio a um táxi na Rodoviária do Antônio Bezerra (CAPITAL)

Domingo (20/1/2019)

1 – Tentativa de incêndio a uma  topique no bairro Jangurussu (CAPITAL)

2 – Caminhão incendiado no Eusébio às 5: 00 (EUSÉBIO)

3 – Tiroteio em tentativa de incêndio a veículos no Terminal do Siqueira (CAPITAL)

4 – Tentativa de incêndio a ônibus da linha Papicu-HGF, rapidamente debelado pela GMF (CAPITAL)

5 – Tentativa de incêndio a ônibus no Canindezinho/dois menores apreendidos  pela GMF (CAPITAL)

Segunda-feira (21/1/2019)

1 – Ataque com incêndio em um Ecoponto, no bairro Conjunto Esperança (CAPITAL)

Por : Fernando Ribeiro Ceará News 7